Correntina Arte & Cultura
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Textos

LUCIO MACHADO

um ano de sua partida 

16/ABRIL/2026

               

               Lúcinho foi, pelo que continua sendo, O Cara! O meia-esquerda e meio campista de dribles desconcertante, chute potente, ambidestro que todos queriam assistir nas tardes de domingo, no velho campo de futebol de gramas silvestre que laçavam os pés dos atletas, principalmente dos laterais e ponteiros.

 

          Lúcio era  o camisa 10; o  chuteira de ouro respeitado pelos maiores zagueiros do futebol além do Vale do São Francisco,  Rosevaldo (Lourão), Nem de Baía, Renatinho, os irmãos Dourados; Dema e  Nilsão da seleção de Santa Maria da Vitória… A bola nos pés era como uma caneta a escrever jogadas poeticas para Zélia Guerra, a esposa, que a beira do gramado gritava, torcia, sorria a cada drible e chapeu. Era que tinhas os olhos e o coração para um jogador apenas, por isso gritava: - Passe a bola pra Lucinho... Olha Lucio aí do lado!!! - Faz um goll aí pra mim amor! Lucio tinha o dominio perfeito, a bola atendia o percurso imaginario rumo ao goll e  chegava exatamente onde o atleta preveu, a cabeça do artilheiro, quando ele mesmo não rompia todo sistema de defesa e entrava na pequena área, para colocar a pelota no contra-pé do goleito. Uma na cabeça da área fazia um zum zum zum  entre os adversários, sem que ninguém se voluntariasse a ficar na barreira - Uma bolada desss cara pode matar! Dizia Zé Biraca; mas ia lá trÊs ou quatro formarem a barreira, tremendo e torcendo para Lucinho chutar por cobertura; que fosse um golaço, mas que ele saísse ileso. Lucinho teve brilhante carreira no esporte em correntina, não se profissionalizou mas chegou a participar de um  amistoso, entre profissionais da bola, também atuou  no futebol do Distrito Federal quando este ainda engatinhava na 2a. divisão.  
Pa. Djalma - Dão Monteiro - Geraldo - Dalton - Osmar - Ze Pixaxa - LUCIO -Walter Santos (Henrique) de joelhos - Zim Monteiro - Barão - Roselvaldo (Lorão) Zé Bolinha - Zé de Caboclo (joelhos)

 

             Ficou órfão de pai ainda cedo, tendo que assumir responsabilidade ainda adolescente e por vezes foi o Pai, noutras o filho e irmão, o homem da casa. Muito responsável e obediente aos princípios ensinados pela mãe a quem sempre foi reconhecido  pelo determinação na luta para vencer as dificuldades para criá-los, sem privá-los da vida social e da educação.  A Viúva Dona Benedita mãe de um casal de filhos menores teve que vencer muitos obstáculos.
 

        Lucio declarava em tom amoroso, ter em sua mãe  a personificação da mulher guerreira que soube andar sobre águas turbulentas, atravessar o mar e chegar do outro lado;  até    caminhar sobre as águas se preciso fosse, ela caminharia pois o que não faltava era FÉ.

Lucio Alfredo - Dona Benedita -  Preta

 

              Por muitos anos ocupou a função de jornalista político e social; um provisionado profissional que teve um papel importante em nosso município. Não foi um vereador, nem um jornalista, foi mais que isso pois soubessem um e outro. No papel que desempenhou co o periodico a que deu o nome de Coluna do Lucinho; distribuído de  porta em porta. Sua. Coluna era um artigo central abordando o assunto em questão ou temas diversos, noticias de interesse popular, entre aqueles que tinham interesse em  estar por dentro dos fatos, que circulavam de boca em boca, com ar de fofoca ou coisa parecida. A COLUNA do LUCINHO  dava notoriedade e credibilidade aos fatos, fosse político ou social. Não havia nele preconceitos quanto a posição social ou partidarismo. Lúcio era uma pessoa que prezava pela ética e o bom senso.

 

        A população que se interessava estar bem informada não perdia um exemplar da Coluna, chegando até mesmo  cobrar do responsável quando havia algum atraso e o assunto fervilhava nas redes dos botecos, grupos de esquina, afinal  a Coluna do Lucinho era uma confirmação da veracidade dos fatos. Não havia nela insinuações e quando denunciava algum fato havia fundamentos. O que certamente não agradava a classe política.  A Coluna do Lucinho tornou-se o veículo de informação confiável, gerando grande expectativa em seus  seguidores; digamos era a rede social naquele momento. Lucio era atento ao que escrevia, pois sabia que sua coluna era um termometro público que mostrava a temperatura do ambiente, fosse qual fosse o assunto a questão. O seu  ponto de vista tinha credibilidade e inspirava confiança.. Digamos que Ele era o nosso "Boris Casoy ou  Alexandre Garcia" da época, sem a força da imagem, mas com a credibilidade da palavra  e da imparcialidade.   Não era um jornalista de formação acadêmica, nem um edil eleito, comprou a briga pelos fracos e oprimidos,  que o Lucio comprara, mesmo sabendo do alto o preço que lhe poderia ser cobrado, foi a luta. 
 

Jornalista ou não, provisionado ou improvisado, tinha  a percepção e dos fatos, o faro da notícia em sua  essência e o "know-how" para atrair leitores na formação de opiniões favoráveis a seus argumentos.  

           
 

          Anos depois já em Brasília, junta-se ao saudoso Pedro Neves e Flalmarion Costa e fundam o Jornal de Correntina - JC em sua primeira versão impressa, edição quizenal,  esse mesmo que hoje aí está em sua versão eletronica, muito bem diagramado,  recriado por Antônio Neto;  correntinense nato,  funcionário público aposentado pelo GDF. Um homem de notável formação acadêmica; Matemático,  Engenheiro Civil e Filósofo que por vontade voluntária,  retorna a sua terra e gastar seu "latim" para servir a sociedade que compõe o municipio: jovens moços, anciões uma procissão de seguidores fieis para os quais são facilitadas as informações diárias, no uso desta eficiente ferramente tecnológica, nas redes sociais. O conhecimento a disposição daqueles que querem se manter informados e não discipulos de Paulo Freire.

 

O JC trás o mundo pra dentro de nossas casas ou para palma de nossas mãos; o JC tornou-se um dos maiores avanços culturais dos últimos anos em Correntina, pela inteiração em tempo real com o mundo. Sua equipe de colunistas tem demonstrado a altura, pela competência e bem elaboradas matérias; embora o Pais hoje viva uma democracia de exceção firmada nas narrativas e nas conveniências  de um governo corrupto, mentiroso,  que fez das universidades públicas, campos ideologicos e doutrinação dos fracos, que não sabem o que é ser oprimido de seus próprios sonhos.  

 

            O projeto iniciado por Lúcio lá atrás, na década de 80 deu resultados e agora, muito mais preparado, tem um vasto campo de atuação rumo ao futuro desta querida terra, que é nossa Correntina. Por um período pareceeu que a semente havia morrido, mas ela estava na terra em seu estado de dormência e bastou que o jovem Antonio Neto lhe regasse pra que ela resurgisse vigorada e comprometida com a ética e a imparcialidade profissional. Grandes  colaboradores, gigantes colunistas a saber: Antônio Rocha, Fred Bar, Getulio Reis,  Gercílio de Souza, Luciano Pedreiro, Teoney Guerra, e Thaise Cotrim que juntos formam uma seleção de craques atentos aos lançes do dia-a-dia; quanto ao que se faz e ao que se diz, no intuito de bem informar àqueles que se interessem pelas questões abordadas, os auxiliando por vezes na tomada de decisões.  

 

               Para nossa tristeza Lucio Alfredo Machado não resiste ao segundo enfarto  e no dia 16 de abril 2025, parte rumo a eternidade onde enfim repousa na casa dp Divino Pai Eterno a quem sempre cultuou. "Encerrou a carreira e guardou a fé"  deixando um rastro de éica, honra, muita fidelidade aos amigos com que compartilhou momentos de sua vida. O JC  é sem dúvida a grande herança deixada entre nós.  

 

        Enquanto uma parcela do público se dava por satisfeita e agradecida por seu trabalho de imprensa informativa; o outro lado se mostrava incomodado ao vê-lo destinchando fatos, revelavam o lado podre dos que tinham nas mãos o poder da decisão. Esses certamente lutaram para cala-lo; tentaram desmacaraplo com mentiras impostas,  porém diz o ditado: "quem não deve não teme!" Eles tentaram apenas dar um troco, fingildo uma falsa moral; até atentado físico Lucio fora vítima. Deram o golpe baixo, coisa comum dessa esquerda suma que destroi a nação. Certamente a pedido da familia que temeu por sua vida, Lucio afastou-se de suas atividades de paladino da ética e da honra, de se dar à luta, pelos ideais dos fracos e oprimidos. 

 

              Pessoas assim criam inimigos poderosos que geralmente teem em suas mãos a força do poder e um simples José, pode se transfosrmar em um rei injusto. Por vezes lutar contra certos poderes é nadar contra a corrente...  Lucio tomou as dores da sociedade diante de tantas irregularidades escancaradas que se vê numa administração pública. Embora seja essa a função do Legislativo, defender os interesses do povo, o que nem sempre acontece, quando essa, motivada por suas conveniências e favores do Executivo, deixam de desempenhar seu papel e engavetam graves denuncias que poderiam dar o exemplo de justiça.  
 

Lucio Machado - Pedro Guerra (sogro) Zélia Madhado (esposa)

              Ao fim do processo Lucio Alfredo Machado foi  reconduzido ao cargo por ordem judicial, mas um homem de moram não se mistura a lama e quando ferida sua honra, sabe a hora de se afastar do chiqueiro; optou em definitivo deixar aquele governo cujo rastro de suas ações sujas estão hoje aí como nodoá grave que compromete o futuro daqueles que dependem das verbas do IMUPRE. 

     1o. exemplar Jornal de Correntina gestão Pref. José Maria 

 


                                           

             Nosso Pais caiu em desgraça, tanto que o Gato não assusta mais o Rato. O sistema bem soube inverter os papeis onde o Rato agora é o predador e o Gato a caça. Para isso basta se criar uma narrativa e repeti-la até tornar-se uma verdade na cabeças das ignobeis criaturas dependentes viciadas dos programas do sociais do Estado ou dos doutrinados doutrinadores, professores Estaduais e Federais. Colocou-se o Rato no palácio enquanto o Gato, pobre Gato...! Paga pelo queijo que não roubou, pelo golpe que não deu; enquanto o Rato se farta no pálacio com suas ratazanas de toga, saqueiam a honra da pátria, limpam as entre-nadegas com as folhas da constituição e num suposo golpe dão o verdadeiro golpe de mestres.    

 

            Lúcio nos deixou em um momento político conturbado. Sendores e Deputados se tornaram reféns da ditadura da toga, hoje desprovida de ética e honra; perderam a liberdade de sair as ruas, sem um aparato de segurança, pois podem ser linchados. Se respeita mais uma cadela de rua, que um juiz de toga. O País virou um paraíso da bandidagem, onde inocentes são presos e condenados descondenados, deixando clara a certeza de que o Crime Organizado está enraízado no coração do Poder.  

 

BAR do TOTA  

 

        

           Se conhece um homem por seus atos e suas palavras, também de com quem Ele anda. Poderiamos revelar aqui vários nomes dos amigos de Lucio Alfredo; cito apenas dois, por conhece-los de perto; Iôzinho Costa e Capitão Getúlio Reis que sempre se mantiveram próximo a Lucio Machado. O Capitão Getúlio manifestou-se no momento dificil que Lucio passara, quando teve que enfrentar um processo movido pelo Prefeito Municipal e principalmente por ocasião de seu falecimento, demonstrando sua fidelidade incondicional ao grande amigo. Ao fim do processo acusatório no qual foi inocentado, emitiu uma nota de esclarecimento à sociedade.  

 

             Lucio Alfredo sempre priorizou a família  pois deixou claro que este É o porto seguro de todo homem de principios cristão. Na família está a força e o equilíbrio de todo relacionamento instável e submisso a Deus. A familia é o espelho do carater de um  homem honrado; lugar do verdadeiro abrigo, da verdeira paz.  Lucio teve em Zélia Machado Guerra a mulher virtuoso que em todo tempo se manteve ao lado do esposo a quem presenteou com três filhos varões. É a família que nos mantém ativos, e não nos deixar cair na invisibilidade da existência.

    Os filhos  Pedro Luciano  e Lucio

 

              Lucio Machado não passou pela vida como brancas nuvens que o vento leva, ele fez chover justiça, ele fez chover verdades que incomodaram e apesar de um atentado vivido não se acovardou, mas se resguardou.

           

              Lucio viveu seus ultimos anos agradecendo ao Divino Pai Eterno pela saúde, pela familia, pela paz que só tem que vive a essencia de Cristo. Lucio tinha certeza de sua conversão, o que certamente, da parte de nosso Pai Celeste, lhe assegurou um lugar de paz em sua eterna morada, onde não há dor, decepções, tristezas nem um tal José, eminencia parda como ele o chamava,  para lhe apurrinhar a paz.

 

A familia: Esposa sobrinha e noras

 

ODE A CORRENTINA!

Salve 30.03.1938

Lúcio Alfredo Machado

 

Bela e natural, disposição Divina

Pela procura das éguas...

Descobertos foram plagas e rios,

Vasto e rico, grandioso Município...

 

Alegre e produtivo de boêmios e seresteiros

Arraial, Povoado, Vila Distrito Cidade desde 1938.

Altos e baixos

De tudo já teve, no seu desenvolver

Lutas e brigas entre seu povo

Invasores, amigos e famílias diferentes...!

Sobreviver?

 

Egoísmo, vaidade, inveja, política

comodismo...

Todos querendo do cardápio comer

Um único prato chamado Poder.

Processo, estagnação, retrocesso, exclusão...

Celeiro exportador de humanos valores

Mato Grosso, São Paulo, Salvador, Goiás,

Brasília... Brasil é a dimensão.

Pela política que desintegra a construção

Tanto das senhoras, como dos senhores

Que unidos deveriam buscar integração.

Política é realidade em qualquer idade

Surge a partir da fecundação Homem ou mulher?

 

Eis a questão!

Ideologias todos têm

Requer participação, dentro da sociedade!

Serve para enobrecer o cidadão

Com o repartir do pão!

Não pode ser motivo de segregação,

Muito menos de caminho para perseguição!

Integrar e interagir buscando encontrar solução.

 

Essa é a incógnita da questão

Povo dividido, progresso diluído.

Somar é melhor que diminuir

E multiplicar é fórmula para melhor dividir.

 

Assim o jovem terá emprego na mão.

É preciso sonhar, trabalhar, amar,

respeitar Viver a hora também requer decisão!

Para nos olharmos nos olhos do amanhã e valorizar!

 

Não basta ser Carícia é hora de agradecer

Com prece, a bênção.

 

Novos Rumos, trabalho

Honestidade paz, amor, e

Desenvolvimento de novo Eis a questão!

Essa é a idade da razão

Para que a humildade floresça.

Educação traz conhecimento

Por isso qualifica Interpretar texto

é desenvolvimento que dignifica.

 

Turismo é investimento

Atrai e gera receita Sete Ilhas é embelezamento.

Espera visita!

Buscar saneamento é vitalidade.

Recuperar nascentes ou cabeceiras é necessidade!

Hoje em paz, estais em festa Liberdade com alegria

É o que a bandinha oferece.

 

Estradas restauradas, praça remodelada

Cidadão não protesta.

Toda iluminada, até verdade aparece

Ruas recuperadas, motoqueiro não esquece.

Investimento vai receber, o povo merece.

À arte e à poesia, peço-lhes escusas

Não busquei rima, métrica ou simetria.

Tento homenageá-la como musa!

 

A ela Correntina que me abriga e que me inspira.

Metáforas do seu tempo

Como se fossem do seu dia a dia!

Com distinção, anos vividos e bem curtidos.

Fabrica parati muita festa

Diversão com vinho é muito bom!

Alegra e remoça o coração

Tudo isso é melhor na união

Comemorar com todo o povo

Num Governo de Humildade

Sabedoria, Progresso e Desenvolvimento!

 

Trará perspectivas para qualificar sua juventude!

Neste seu aniversário Parabéns!

Estamos Felizes!

Seriedade e galhardia

Setenta e nove primaveras.

79!

 

 

 

 

REPETINDO VERDADES

Lúcio Machado

 

Política é realidade em qualquer idade...

Surge a partir da fecundação homem ou mulher?

Eis a questão! Ideologias todos têm

Requer participação Dentro da sociedade!

Serve para enobrecer o cidadão Com o repartir do pão!

Não pode ser motivo de segregação!

Muito menos de caminho para perseguição!

Integrar e interagir

Buscando encontrar solução.

Esta é a incógnita da questão.

Povo dividido, progresso diluído.

Somar é melhor que diminuir...

E multiplicar é fórmula para melhor dividir.

Assim o jovem terá emprego na mão!

 

 

 

INFARTO TEU NOME É JESUS!

Lucio Machado

 

Reflexão após recuperar-se de um infarto.

Consequência do sexo fui para uma corrida e ganhei

Fecundado, gerado, com sete meses nasci

Nascimento, batizado, icterícia sobrevivi.

 

Comunhão, escolaridade relações amorosas,

Namoro casamento, trabalho, progressão

Irmã, esposa, filhos, noras, netos, amigos

Colegas, repartição, integração.

Católico, maçonaria, espiritismo

Aposentadoria, política, decepção...

Conversão, retorno às origens por provação

Jesus é a solução!

Perda de patrimônio; desmoralização

Quase morte... apoio familiar, amor e paz

Melhor que bens é a certeza da eternidade.

 

Isolamento, depressão falta de vontade de viver !

Quatro de dezembro enfartei!

Hospitalizado temi morrer

Fé, Esperança e Respeito

Foi o que em sonho vi.

A cirurgia: Dezoito de dezembro (2014)

Renasci.

 

Hoje um ano após o infarto

Faço esses registros de uma vida

Que evidenciam um homem novo em Cristo Jesus.

 

Grato pela vida renovada!

Construída, doada ofertada

e que o leva numa caminhada à reflexão:

Sorria, faça outros sorrirem, nada está perdido

Levante os olhos e caminhe.

 

Aleatoriamente Izaias 45:2 já dizia muito antes:

 

“O terreno será aplainado

os batentes de bronze arrebentados

E arrancado os ferrolhos de ferro”.

Até aqui Senhor tudo se confirma

Desde os idos de dois mil e dez.

Vida que segue, alegria que se instala na alma

Vontade de viver e amar

Vivamos e amemos com todo vigor disponível.

 

Sem esquecer que as correntes vitais

Do rio do dinamismo

Já não têm a mesma velocidade de fluidez

E que um dia desembocarão

Na foz do amor de Jesus Cristo.

 

Certamente, sem antes completar

Parte do versículo citado em Izaias:

“Porque estás diante de mim e

dar-me-á de volta tudo que de ti foi tirado”,

Contudo Senhor rogo-lhe: meu muito obrigado.

Apenas a salvação!

bens materiais servem por breve momento!

O infarto foi um momento de consolidação

Da conversão e da devoção em Jesus Misericordioso

Para gritar para o mundo:

Jesus eu confio em Vós!

- Infarto, teu nome é Jesus

 

 

 

No dia 03 de julho de 2025 o infarto não deu a terceira

de vida ao nosso amigo de longas datas...

 

           Lucio Machado  -  Getúlio Reis  -  Marco Falção

 

LÚCIO ALFREDO MACHADO

Getúlio Reis 03/07/2025 às 11h10.

 

Meus patrícios correntinenses,

 

Fomos pegos de surpresa com a triste notícia do falecimento do nosso Lúcio Alfredo Machado, conhecido como Lucinho; foi um homem que lutou pela justiça e pela dignidade, uma pessoa que não se intimidou diante da adversidade, um cidadão que demonstrou integridade e caráter em todas as suas ações; deixou um legado em Correntina não apenas como um jogador de futebol talentoso, mas também como um cidadão dedicado e uma pessoa séria, querida por muitos.

 

A infausta notícia chegou-me às 08:30hs, quando descia a ladeira do bairro São José, chegando de Barreiras-BA, trazendo em meio as compras, o livro CRIME E CASTIGO de Fiódor Dostoiévski, para presenteá-lo, já com a dedicatória que dizia: “Ao amigo Lucio Machado, com a consideração, apreço e especial admiração ofereço este exemplar de CRIME E CASTIGO. Barreiras, 01/07/25, Getúlio Reis”. Embora não tive essa oportunidade, entregarei o livro à família para deixar como símbolo da minha admiração e amizade por Ele.

 

É lamentável que, durante sua trajetória como Diretor do SAAE, Lucinho tenha sido vítima de uma política imunda e desonesta na gestão anterior, que tentou enxovalhar seu nome e sua reputação. A exoneração arbitrária e as acusações infundadas são um exemplo claro da falta de ética e moralidade que pode existir em alguns setores da política.

 

No entanto, é inspirador ver que Lucinho não se intimidou e buscou justiça, ingressando com ação própria na Comarca local e conquistando uma vitória significativa. A sentença que determinou sua recondução ao cargo e a indenização por danos morais que é um reconhecimento da sua dignidade e da injustiça que sofreu.

 

A decisão de Lucinho de recusar o retorno ao cargo por questões morais é um testemunho da sua integridade e caráter. Ele demonstrou que, para ele, a dignidade e a reputação valiam mais do que qualquer cargo ou benefício.…

 

Getúlio Reis

 

 

VALDOMIRO  CAVALCANTI  -  VADÓ  - LUCIO MACHADO -  DILSON  FRANÇA

Flamarion Costa
Enviado por Flamarion Costa em 16/04/2026
Alterado em 25/07/2026
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