Correntina Arte & Cultura
Casa da Cultura Iozinho Costa
Textos

           Ah que saudade de Laurina!!! 

              Poema das Mães 

                    Autor: Gercílio de Sousa /  Fotos:  Flamarion Costa

(Auristela Flamarion e Dona Zinha)

 

Mesmo que eu queira deixar

Aquele nome sublime

Esculpido em ouro puro

Mas só isto não exprime

A simbologia que guarda

Esse maternal regime

Mãe é código planetário

Alfabeto extraordinário

Expressá-lo não é crime

 

(Ena Rocha e Filhos)     

   

 Muitas vezes sofre firme                               

Alguns percalços da vida

Encarando a gestação

Meio cansativa e sofrida

Ama a cria que se evolui

Em seu ventre protegida

  Valderina Costa VIVI

Mãe é um nome singular

Abrange o dom de gerar

E o de cuidar em seguida

Imagem ilustrativa

Morada cósmica resumida

Altar da procriação

Eternizadora da espécie

( Zenilda de Vessinho)

Multiplica a geração

A identidade de mãe

Envolve dom e vocação

Mantidos em sua genética

Alma divina sintética

Exemplo de transformação 

Marco da legislação

Aprovado oficialmente em 1932

 
   (Helenilde Marcia e Ninha)  

Maio então anualmente

Abre o segundo domingo

Empolgado e reverente

Mobiliza a sociedade

A pensar a maternidade

E tudo que lhe é inerente

( Diana  e  Laurina)

Morre metaforicamente

A fim de o filho viver

    Ensina-lhe a caminhar   

Afeto de mãe é remédio

Ela é médica sem saber

Médica e também professora

A índole acalentadora

É inerente ao seu ser

(Laécio e  Rochinha)

Maleável ao exercer

A materna autoridade

Endurece a disciplina

Mescla a sensibilidade

Ao rigor próprio do lar

Denise  & Rosario

 

E assim é a maternidade

Mistério que a natureza

Agrega dor e beleza

                                        Eleva sua humanidade                                      

(Ana de Temistocles)

Maior na adversidade

Altiva no sofrimento

Embala os filhos com amor

Mimando e dando o sustento

Amor de mãe é gratuito

Embora o reconhecimento

Multiplique a sua alegria

Apenas quer vê-los um dia

Em pleno desenvolvimento

(Enoe  Araújo)

 Magia e encantamento

Adornam o dom maternal

Encanto da gratuidade

Magno e gestacional

Alguém que não concebeu

Enfim jamais doa igual

Mãe doa-se integralmente

    Ama incondicionalmente

    É sua índole natural                                                                       

(Délia Araújo)

Moção de carinho total
A todas as mães brasileiras

Esteios sólidos do lar

Mediadoras companheiras

Aguentam duplo papel

Especialmente as solteiras

Mães em qualquer condição.

 

Aceitem como gratidão

Essas rimas verdadeiras

Merecem belas roseiras

Adubadas com Sisal

Elas merecem presentes

Mas a dupla principal

A reverência coletiva

                       E a proteção filial                       

  (Anisia Moreira)

Mãe duas vezes repetida

Aqui poderá ser lida

Escrita na vertical 

  (Ana  de Tão) 

                                                             

     Dona Linda de Seo Petrônio.        

    

  (Jessy e Judite Alves) 

Flamarion Costa e Gercino Souza
Enviado por Flamarion Costa em 09/05/2026
Alterado em 10/05/2026
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