CASA MUNICIPAL DE CULTURA IOZINHO COSTA
Não é esta uma lista oficial com o “crivo do sufrágio popular", é uma lista do ponto de vista pessoal de quem conhece “um pouco a história” de vida do povo correntinense e que se sente no direito de dá o seu “pitaco!”, convidando você a contribuir como coautor este artigo; enviando o que você sabe dos indicados, se de acordo ou não e por qual razão. O espaço para comentários está reservado no final do texto ou use o email fanacos@unb.br se se pretende ser mais explicativo.
Alguns nomes estão em pesquisa, enquanto outros eu me atrevi escrever o que tomei conhecimento por ser testemunha dos fatos; por “ouvir falar”, ou lê a respeito; sem nenhuma distorção de fatos e o artigo está aberto a todos que tiverem a boa intensão de complementar os …pontinhos… É uma lista provocativa do ponto de vista da abrir uma discussão e não quem apontar entre esses, quem é o maior ou menor entre eles. A honra e o mérito é dispensados a todos, como um gesto de gratidão e principalmente esclarecer as futuras gerações quem foram e quem são esses, do meu ponto de vista. Se alguém souber de mais detalhes, que use o espaço para comentários e esclareça seu ponto de vista.
Muitos fora os heróis que partiram desta,
sem o justo reconhecimento de sua arte,
seu valor na luta
pelo nosso bem comum da comunidade
Muitos hoje reescrevem a história segundo
suas conveniências,
não são dignos dela.
E’ como se não houvesse quem do outro lado
gritasse
Não! Não foi assim?
OS 100 MAIORES CORRENTINENSES TODOS OS TEMPOS
pode estar em cada um de nós, que formamos a comunidade; desde a mais simples criatura a mais letrada delas. Nossa história e nossos valores não podem cair no esquecimento ou banalidades da Era. As ideologias estão destruindo o cérebro de jovens e adultos, trazendo vergonha aqueles que em nome das tradições, se mantem fieis as velhas tradições que nos fazem pessoas civilizadas.
Os nomes aqui listados vem de todas as camadas da sociedade; alguns maiores, outros digamos que coadjuvantes personagens que desempenharam seu papel, com destaque, a tal ponto, de não ser um dos tantos invisíveis que permeavam as ruas da cidade. Eles foram autores secundários de memoráveis momentos em nosso cotidiano, ao promover a cultura popular de tal forma, como aqueles que promoveram o fino da cultura erudita.
Meu pai já dizia:
- Por trás dos bastidores estão os artistas anônimos, eles são os responsáveis pelo suceesso do show apresentado no palco!.
Por esta razão, ao fim de suas peças teatrais, ele, Iôzinho trazia os atores atuantes atrás dos bastidores e pedia ao público para aplaudi-los para fazê-los pé.
Alguns mal sabiam o escrevia! Transitavam pelas ruas da cidade, sem rumo, mal trapilhos, promovendo um espetáculo a parte. Alguns cantavam, outros bradavam palavrões ao vento, quando não atiravam pedras… Outros com seus instrumentos de corda ou sopro cantavam e tocavam pelos bares e da cidade, “embolerados de paixões”; declamavam poemas, escreviam com ações e gestos, até mesmo contando velhas anedotas de esquina ou mesa de bar.
Todos somos iguais, “é vero!”
mesmo que por momentos
alguns nos rotulem, um ou outro, como loucos
porém na vida ou na morte
todos os destinos são iguais.
OS 100 MAIORES CORRENTINENSES TODOS OS TEMPOS
pode ser qualquer um de nós; vai depender da forma que escolhemos pra viver e compartilhar risos e lágrimas; não importa o tamanho ou o cunho social “o que vale a pena é fazer com que a vida ou a alma não seja tão pequena” (Fernando Pessoa) É preciso ressaltar a cada dia a forma que escolhemos para compartilhar os dons que a vida nos deu, pois morremos a cada vez que permitimos que as ideologias marxistas nos leva negar a nós mesmos e a tudo que um dia sonharam nossos pais.
Por fim, quero justificar aqui a inclusão das figuras psicodélicas de Correntina, por entender que elas também são páginas inesquecíveis de nossa cultura popular. Não há como ignorar essa estirpe psicodélica de figuras simplórias como Dió, Ná, Raimunda Raposa, Dona Cebola, Júlio Doido, Maria Balão, Leocádia… e as nossas folclóricas figuras do velho gari Bentivi, o Jardineiro Seo Joel, Lindolfo Miranda, o grande humorista ChiChico; todos personagens que diversificaram nossa cultura e deixaram seus nomes nos murais uma história ampla e diversificada.
Flamarion Costa
FANACOS
(flamarionaacosta@gmail.com.br)
1 AS DIORAS
Cultura sacra - Correntina

Resumo Biográfico:
As Dioras não poderiam passar despercebidas de nossa história, ao rememorar aquela época áurea da história de Correntina das grandes festas sacra como festa do Divino, Rosário, festa da Padroeira, Semana Santa e as memoráveis procissões cujo roteiro o andor já percorria levitando, sem que necessário fosse carrega-lo. Elas são parte do contexto sacro, social e trabalhista. Eram exímias costureiras estabelecidas no contexto profissional com uma pequena fabrica de roupas pré-fabricas ou sob encomenda.
Certamente será um grande esforço resgatarmos fragmentos da história dessas três irmãs, que tiveram uma vida discreta, porém muito participativa nas atividades cristã da Igreja Católica de Nossa Senhora da Glória. Seus nomes de batismo era: ….. …. …. porém conhecidas pelos apelidos de Nair Lelé e Diora, esta última elevada ao posto de líder da casa; aquela que administrava a pequena fabrica de roupas que tinham, bem próximo a residência. Eram exímias costureiras e aos sábados o atelier das irmãs era bastante movimentado com as mulheres do interior comprando roupas pré-fabricadas ou encomendando roupas sob medida para o trivia de todo dia, ou para festas as grandes festas religiosas, os batizados, casamentos com especialidade em roupas femininas e infantis.
Eram carolas, não na concepção extrema da palavra, pois não se descuidavam de suas obrigações naturais, mas davam a igreja sua devida atenção e dedicação. Eram todas ativas participantes da Congregação Filhas de Maria e em ocasiões de celebrações oficiais, vestiam seus trajes de gala, vestido branco, abaixo do joelho, véu sobre a cabeça e uma fita vermelha com um brasão onde em relevo se via a gravura facial da santa virgem, imaculada. O louvor da igreja era totalmente por cona delas, fosse no calendário normal ou oficial, lá estavam as Dioras, acompanhadas das primas Ni e Nazinha e as filhas adotivas Diná e Ederlina… belas meninas!
Eram todas solteiras, tantos as irmãs quanto as primas, tornaram conhecidos popularmente pelo nome “As Dioras” apelido da irmã do meio e assim ficaram conhecidas pela cidade e no ambiente da igreja. As filhas adotadas, já adolescentes, vieram provavelmente de Alvorada do Norte ou Posse - GO, onde residiam parte da família; essas se mantiveram ao lado das tias mesmo depois de casadas e se constituíram herdeiras do patrimônio e da história de vida das irmãs e primas, AS DIORAS.
2 ALBERTO ALVES DO NASCIMENTO
Poeta - musico - cantor.

Resumo Biográfico:
https://fanacos.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=8647079
A vida de Alberto se descrita em seus detalhes, é um livro de memorias inéditas. Ele é outro privilegiado artista do cenário correntinense. Filho Seo Neno e Dona Bezinha, ou seja, Antônio Nascimento Neiva, servidor público da área de saúde e ela Izabel Alves Nascimento, do lar e educadora da família.
Alberto Nascimento passou pelas experiências de músico na filarmônica Heráclito Correntinense; foi aluno do lendário e boêmio, Claudionor Rocha, em seu atelier de costura, onde aprovado com louvor na costura masculina de calças e ternos e uma vez preparado para a labuta, passou a mão na matula, com a benção de painho e maínha, foi enfrentar a selva de pedra da cidade que não dorme. São Paulo, onde trabalhou no ofício de alfaiate, sempre procurando uma brechinha para se engajar na vida artística e a noite paulistana era uma larga porta de oportunidades para os que não desiste de seus sonhos.
Anos mais tarde retorna a Correntina, por um curto período, quando então tornou-se referencia artística; Um excelente repertório MPB, um violão impecável e uma voz diferenciada, Alberto Nascimento era aplaudido onde quer que estivesse. Seus shows eram privativos, geralmente em casa de uma grande autoridade local; serenatas ao apresentações livre sob a luz do luar, o que não deixava de atrair admiradores sem ingresso ou convite, mas sempre bem vindos.
Não sei precisar o ano, mas mudou-se em definitivo para Goiania, onde constituiu uma bela família e goza de uma vida privilegiada pelas conquistas alcançadas. Uma bela esposa, Roseane, dois fihos Alberto e Laura e um rastro meteórico deixado na história artística de Correntina.
-3 ALDERICE ALVES CESAR - 4 ALDEIR ALVES CESAR
Professsoras - etnólogas municipais

Resumo biográfico:
As irmãs Alves César foram casadas com José Rocha França (Alderice) e Vanderlino Neiva de Araújo (Aldeir) ambas professores na rede pública local. Sobrinhas da grande Vanderlina Alves, popular Dona Vanda, que sem dúvida foi a maior incentivadora da cultura no município, que por décadas, promoveu os belos ternos natalinos.
Elas estudavam a cultura do município e foram as responsáveis pelo resgate de alguns dos movimentos folclóricos, na pratica, abandonados nas estantes empoeiras de nossas lembranças. Eles trouxeram de volta as ruas e casas da cidade a tradição dos ternos natalinos, que por muitos anos ficou inativa e a reinseriu no calendário das festividades folclóricas do município. Jovens moças e rapazes entre os 14 e 20 anos se vestiam de alegria e a luz colorida das lanternas,; saem as ruas, ao som de uma animada charanga, tocando enquanto eles cantas canções típicas que em momentos apoteóticos levam consigo pelas ruas moços, velhos e meninos, visitando os lares que lhes abrem as portas. onde ceiam, cantam e se fartam Eles se trajam por um tema proposto, fazendo com que o momento dos ternos natalinos volte ser uma marca das tradições no município. (link vídeo Os Ternos: ).
O figurino é um espetáculo a parte, com destaque para a porta-estandarte. Saem as ruas acompanhados por uma pequena charanga com uma pequena multidão que os seguem pelas ruas da cidade, com risos transbordante, aplausos e, fogos de artificio anunciando sua passagem.
Alderice faleceu em 2025, ficando por legado sua valiosa contribuição para com a cultura local: os seus bordados, sua pintura e a sua mana Aldeir, hoje faz parte da secretaria de cultura do município, sendo uma das lideranças junto à secretária titular da pasta.
E’ lamentável que a Casa da Cultura Municipal tenha sido desconfigurada de sua versão original e transferida para um “quartinho dos fundos” no prédio da antiga prefeitura, cujo espaço hoje abriga outros interesses da conveniência a pasta.
5 ALAIL GUERRA 6 JÚLIA GUERRA
7 ELIETE GUERRA8 ZÉLIA GUERRA
Professoras

Resumo Biográfico: EM PESQUISA
Um inesquecível mestre que se popularizou com sua escola particular de reforço. Não me lembro da professora Ilzinha lecionando em escolas públicas, sei que fui um de seus pupilos em sua escola particular que ficava em uma das casas da família Guerra, frente a Farmácia sem Rival, vizinha a casa de seo Zé de Dona Aurora.
Era um escola de padrão exigente e teor avançado. Não faltava amor nem disciplina. As lições ao fim da aula tinham que estar na ponta da língua. O seu desafio era recuperar os alunos vindos do Educandário São José ou da Escola Duque de Caxias, reprovados e isso era questão de honra para a querida e grande mestre que não perdia um aluno que fosse, quando este era submetido as provas de recuperação. Alguns desses alunos eram alunos de suas irmãs professoras, como Eu, na 3a e 4a serie, foi aluno reprovado em algumas disciplinas pela também dileta Profa. Zélia Guerra.
Não me lembro da professora Ilzinha em sala de aulas de alguma escola pública ou mesmo no Educandário São José ou Escola Municipal Duque de Caxias. A escola particular da Professora Alail, também chamada de Ilzinha, ficava de frente do seo Pai, Pedro Guerra, que estrategicamente recebeu o nome de Farmácia Sem Rival, como um recado politico a clientela de que naquele lugar não se vivia questões politicas. A escola tinha um fama de exigente e avançada no teor de suas disciplinas, sempre estava a frente das escolas publicas sendo a disciplina o seu maior objetivo e aprendizado. As escolas da década de 50/60 eram puxadas ou muito exigentes no aprendizado e tinham uma grade horária ampla, com disciplinas como Moral e Cívica, Organização Social e Politica Brasileira, idiomas como inglês e francês.
As aulas tinham horário britânico para iniciar se cantava o hino nacional, por vezes o hino a bandeira, o patriotismo era evidente. Ao fim de cada aula tinha a aferição do conhecimento repassado durante a aula e muitos que não atingiam o objetivo, costumavam ficar além do horário revendo o conteúdo; eu que nunca foi boa pisca, fiquei varias vezes além do limite da aula.
Nossas escolas elas locais de aprendizado de verdade e não essas melecas ideológicas onde os professores são chamadas de tia e o desrespeito chega ao extremo da agressão aos mestres.
A família Guerra era uma família totalmente voltado para a educação e a fé, padres, freiras e professoras foram as formações dos filhos, embora mais tarde as irmãs freiras e o irmão padre tenham desistido da vida religiosa, as professoras se mantiveram fieis até o ultimo momento a missão de educar, sendo os princípios da época. Alail, Júlia, Eliete, Zélia foram as principais professoras no período.
9 ANAILMA
Uma história de amor com Correntina…
Resumo Biográfico: EM PESQUISA
10 ALOÍSIO ROCHA FRANÇA - ALOROF -
Poeta - Escritor
-
Resumo Biográfico:
https://fanacos.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=8573314
“Como é difícil falar de mim mesmo; só sei que eu não sei muito de mim, nem ai esmo”.
Aloísio foi um grande poeta correntinense que adorava os mistérios ou enigma em seus textos, certamente testando a capacidade interpretativa de seus leitores.
Morou em Santa Maria da Vitória entre 1972 a 1975, período em que foi muito próximo dos poetas irmãos Flamarion Costa E Henrique Costa; formando um grupo de amigos inseparáveis, promovendo entre eles atividades culturais como o jornalzinho As Jornadas; publicação de poemas pelos corredores e portas do COPOM - Colégio Popular Oliveira Magalhaes; sendo de autoria do grupo (Alorof) o pseudônimo atribuído a Santa Maria da Vitória - por Samavi .
Aloísio Rocha França - Alorof faleceu em 08 de maio de 2024 em Salvador, onde residia desde o início dos anos 80.
10 ALVARO DE CASTRO
Poeta - Ator

Resumo Biográfico:
Alvaro de Castro nasceu filho de Olísio e Dona Mariquinha neto da lendáro e pioneira Professora Idalina, que atuou entre as décadas de 40/60. Com a mudança dos pais biológicos para Goiânia, e sendo ele muito apegado a tia Nicinha, acabou a pedido desta, ficando em Correntina, onde foi assumido pela tia como mãe adotiva. Álvaro foi poeta e ator de uma versatilidade impressionante ao assumir a identidade de um personagem, nos confundiam quem via no palco, o ator ou mesmo o personagem em carne e osso. Sem dúvida um dos maiores na Era do Teatro em Correntina. Ele é um daqueles artistas cuja obra não se tem mais registro, senão as lembranças vivas naqueles que tiveram o privilegio de conviver com sua ilustre figura.
Alvaro de Castro e sua seleção juvenil

Gostava de esporte e assumiu a coordenação de um time de futebol juvenil, sendo a foto acima, o único registro que se tem notícias de uma de suas atividades. Era dado a uma boa farra, onde se destacava na cozinha, quando rompiam a noite em serenatas ou algazarras. Morreu jovem, entre os 35/40 anos, por aforamento no turbulento Rio das Éguas.
11 ALDEGUNDES JOAQUIM DE ARAÚJO
Poeta - Maestro - Escritor - Político

Resumo Biográfico:
Filho do Major Felix Joaquim de Araújo, Maestro Gundes como era conhecido, era boa formação em musical muita experiência na área do direito, mas não confirmo se havia formação superior nesta área. Musico, arranjador, compositor, maestro também poetaste muito conhecida também em Santa Maria da Vitória - Ba. Formou outros conjuntos musicais como também corais de vozes masculina e feminina; dos grupos musicas formados o de maior sucesso foi o conjunto Capetas em Delírio, que também ficou conhecido em Santa Maria da Vitória.
Aldegundes se envolvera em um momento de melindroso na política, quando Major Felix seo pai, se desentendeu com o Prefeito Elias França Barbosa, momento este que se culminou com um golpe político liderado por Gundes, conforme narra o livro A História de Correntina (pag. ???/???. Desgastado com o imbróglio que se transformara a situação e insatisfeito com o Pai Major Felix pela indicação do irmão Dr. Lauro as eleições que precederam este momento, Gundes deixou Correntina e até mesmo a família, pois não se sabe se houve algum acerto neste sentido. Saiu de Correntina e nunca mais retornou, nem mesmo por ocasião da morte do seu Pai.
12 ALTAIR SALES BARBOSA
Professor UFG - Antropologo e arquiológico

Resumo Biográfico:
https://www.escavador.com/sobre/1343485/altair-sales-barbosa
Em nenhum momento, pelo que sabemos, Altair Sales Barbosa rompeu o cordão umbilical com suas raízes, até em razão a área do conhecimento humano em que se tornou especialista. Força do Cerrado corre em suas veias, área a que se dedicou em seus estudos e pesquisas, tornando-se uma das maiores autoridades em conhecimento do bioma savana brasileira, que depois da região amazônica, é a segunda maior área em extensão territorial brasileira, ocupando uma área de mais de dois milhões de quilômetros quadrados.
No governo do Prefeito Ezequiel Barbosa promoveu um convênio de parceria entre a Prefeitura Municipal de Correntina e a Universidade Federal do Goiás voltado para pesquisas e preservação do bioma do Cerrado brasileiro. O projeto não foi muito adiante nas gestões seguintes e hoje se resumo numa pequena area demarcada onde se estabeleceu um viveiro natural da flora do cerrado, não sabendo hoje se ainda permanece ativo.
O Professor Altair é hoje reconhecidamente uma das maiores autoridades no conhecimento do cerrado, pena não ter sido consultado quando da liberação das terras do cerrado para se transformarem em megas lavouras, o que por certo se estabeleceria regras técnicas pela preservação da vida, da flora e da fauna, praticamente hoje extintos .
13 AMÉLIA ARAÚJO SANTOS
Escrivã - Diretora teatral

Resumo Biográfico: EM PESQUISA
Escrivã no cartório de registro de imóveis, Amélia era conhecida por Flozinha. Filha de um prospero comerciante chamado Felipe Santos e (?) Dona Sinhá. Tornou-se esposa de Aldegundes Joaquim de Araújo, o maestro Gundes, filho do Major Felix que era também pai adotivo de seu Pai, Felipe Santos. Logo se vê que foi um casamento em família vínculos consanguíneas.
Amélia, ou Florzinha teve cinco filhos, a saber: Hilda, Helena, Roberto, Marta e Sergio sendo os mais conhecidos Sergio Joaquim que tornou-se médico cardiologista e Roberto Joaquim um amante da cultura local que se destaca pela organização de eventos culturais.
Amélia foi uma dedicada artista por trás dos bastidores, na era do teatro correntinense, esta ali como ponto preciso, acompanhando as falas dos atores, evitando qualquer deslise. Junto com Iôzinho Costa produziu diversas peças teatrais, porém por profissão era escrivã.
14 Revdo ANDRÉ FRANS BERENO
Cultura Religiosa E Social

Link Biográfico:
https://fanacos.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=8736284
https://www.youtube.com/watch?v=n82YNRHxrIA
https://www.youtube.com/watch?v=aCMgs5LwY0A
É hoje a principal personalidade correntinense em todos os tempos. É a mais pesquisada autoridade, a que mais conteúdo tem disponível nas redes sociais Diversificadas biografias em áudios e , livros, tão grande sua dimensão cultural que transcende os limites da tolerância de alguns de seus sucessoras, que reclamaram ainda disputar com um morto, a paróquia da cidade; relato de uma devota congregacional
O Revendo Monsenhor André é o maior benfeitor social, espiritual e cultural do municípios antes dele não houve outro e depois certamente, jamais, haverá. . Sabe-se que hoje está em estudos finais a criação do memorial Instituto Padre André onde certamente as gerações futuras poderão ter, em um só lugar, a oportunidade de conhecer a vida e a obra deste grande benfeitor. Certamente alí se resumir todos documentos e objetos da vida pessoal do Santo Homem.
.
Por mais que se fale do Revdo Monsenhor André ainda se ficará devendo o que dizer. Foi um dos maiores benfeitores na história do município e se posto em votação quem seria o 1o. a figurar nesta lista dos 100 maiores correntinenses de todos os tempo; mais prestigiado que qualquer prefeito do município, há qualquer tempo.
Nenhum outro padre que veio após Ele se fixou na paróquia e uma das razões alegadas era o ciúme ou o inconformismo desses com a veneração que os fieis teem ao Monsenhor André o que não era para menos, diante do “absurdo” dos tantos feitos do reverendo pelo município em todas as áreas. Um desses vigários chegou a comentar que “em Correntina um padre morto tem mais voz que dez padres vivos”. E não ficou nisso, essa cena de ciúme, inveja ou hipocrisia pois contam as boas línguas que o arcebispo da diocese em uma visita a paróquia, na presença dos fieis, pegou um fação e arrancou com brutalidade as fotos do reverendo Monsenhor da Parede e do tumulo, que fica ao lado direito próximo do altar, da catedral construída por Ele o Monsenhor e o povo aceitou calado esta insanidade?
A ser verdade o fato e não duvido que seja pois lá não mais estão as fotos do a fotos do Revdo André, apenas um túmulo anônimo, “André não é o Santo André, então não se assustem se um dia sob a mesma alegação de que André não é santo, exumarem seu corpo para sepulta-lo talvez no cemitério da Cigana.
Absurdo dos absurdos!
Vários link disponibilizamos abaixo, com vídeos pessoais, relatos e entrevistas falando da importância da vida e da obra do Padre André Frans Bérenos.
15 ANÍSIA SILVA MOREIRA
Professora destaque decadas 30/70

Resumo Biográfico:
Professora Anísia Moreira foi uma das pioneiras de nossa educação. Era do interior do município da família dos Moreiras cujo nicho habitacional no município ficava na Baraúnas, povoado há uns 10 km da cidade. Foi professora particular que alfabetizou centenas de crianças, jovens e adultos, sendo uma das primeiras professoras no curso ginasial iniciado ainda na década de 60. Participou ativamente do projeto de construção do Educandário São José onde foi professora de línguas: Português, Inglês e Frances.
Professo Anísio uma pequena estatura de mulher, fisicamente falando, mas estrutura de uma gigante no cenário da educação no município de Correntina. É uma das personalidades cuja história praticamente se perdeu no tempo; pouco são os registros oficiais, se houver em algum em algum lugar, mas que não se tem conhecimento senão nas lembranças de velhos alunos que hoje vivem a fase septuagésima da vida e mais um pouco a vela se apaga…
16 ANTÔNIO ROCHA
Professor Sociólogo Historiador

Resumo Biográfico: EM PESQUISA
Um jovem filosofo, professor, que retornou ao município após conquistar sua aposentadoria. Vivia no anonimato até se dedicar como colunista do Jornal de Correntina, um periódico conquistou o publico pela qualidade de sua equipe de colunistas, entre esses Fred Bar, Capitão Getúlio Reis, Teoney Guerra.. … …. Um pesquisador e conhecedor da história da cidade.
O JC pela 2a. vez sofre o mesmo atentado que o faz vítima do poder da autoridade máxima no município quando este busca esclarecer seus leitores quando a atuação do Poder Executivo, mostrar as irregularidades e abusos, geralmente acobertados pelo Poder Legislativo que nada fez em momento algum para dar cobertura ao mais importante veículo de comunicação do município, com vasto alcance nas redes sociais e um trabalho de excelente apresentação visual e conteúdo. O JC fechou sua redação, pelas razões que sempre acabam fechando os pequenos jornais de cidades de interior quando esses, independente, se propõe a fazer um trabalho sério que contraria a força do poder daqueles gestores má intencionados.
Só que o JC poderia ter nos deixado por herança o registro a biografia de sua excelente equipe de comunistas. Antônio Rocha não poderia deixar de compor esta lista dos 100 maiores correntinenses de todos os tempos e tão logo se conclua a pesquisa sobre sua biografia, encontraremos mil e uma razões para esta justificativa.
17 ANTONIO SOUSA BARBOSA
Musico Poeta trovador

Resumo Biográfico:
https://fanacos.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=8588093
O poeta e seresteiro foi figura carimbada nos madrigais, bares e botecos da cidade; fosse no centro ou na periferia, lá estava Tonho de Rafael, também conhecido por Tonho do Incra e Tonho de Aparecida (a esposa); onde estivesse fazia questão de mostrar estar armado com seu violão ou uma caixa de fósforo, com a qual ritmava os velhos boletos ou sambas-canções. Era um homem de muitos talentos, que trazia na´lma o bom gosto pela música e um gogó de curió cantador..
Foi Alfaiate, comerciante, músico da filarmônica Heráclito Correntinense em seu maior período áureo e com maestria dramática declamava seus versos em qualquer lugar que lhe desse ouvidos e o fazia com tal ênfase e emoção que mais era uma representação poética de um sentimento em poesia.
18 ARMANDO NEVES MOREIRA
Poeta - Escritor

Resumo Biográfico:
https://fanacos.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=8657300
Nasceu, em 18 junho de 1948. Filho de Bernardino Gonçalves Moreira, mais conhecido por Seo Dadinho Moreira e Maria Neves Moreira também conhecida por Dona Mariquinha. Publicou dois títulos, em 2013 o título RAÍZES de CORRENTINA e em 2915 o título TRAVESSIA. Armando tem uma historia interessante que mostra sua versatilidade em não se dobrar diante das dificuldades. Já nos anos …. adquiriu uma velha cadeira odontológica e improvisou um consultório no interior do município, Arrojado, depois da experiência, sem registros de calamidades, arrumou as malas e tomou o rumo pra o Goias onde fez sua carreira como militar e servidor público do judiciario por onde se aposentou
19 BADU ARAUJO
Musico Poeta Compositor

Resumo Biblografico EM PESQUISA
Musico compositor letrista? É jovem músico, poeta letrista que batalhou para ter um lugar ao sol, mas que a mim certa feita reclamou da falta de oportunidade e aquela velha máxima de que santo de casa não faz milagre. Pelo que sei passou temporadas em Goiânia e Brasília tocando em barzinhos e festas particulares. Como muitos outros artistas locais, sobrevive e se faz digno de estar presente nesta lista.
20 CERES CRISOSTOMO & 21 ZILA CRISOSTOMOS
Primeiros Missionários Evangelicos Correntina

Resumo Biblografico EM PESQUISA
Eles vieram da cidade vizinha, Barreiras e possivelmente pisaram em Correntina pela primeira vez quando ocorreu o casamento de Dr. Lauro Joaquim de Araújo e Enoé Matos, irmã da missionária Zila Crisostomo. O casal de tradições religiosas evangelica, na época rotulado, por vezes até de forma pejorativa, de “Os crentes ou Os protestantes”.
Não foram bem recebidos pela comunicade católica, preconceituosa até mesmo em razão da descriminação dos padres católicos que viam neles os adversários da fé, ou seja, os concorrentes ao coração de Cristo.
Os cristãos evangelicos tinham uma verdadeira dedicação à palavra de Deus e costumavam muito fazer cultos ao ar livre, cantar canções de louvores da harpa ou do hinário, que são até os dias de hoje verdadeiras relíquias de divina unção.
Conta que a perseguição só foi amenizada com a interferencia do Padre André,m que tomando conhecimento do que o casal e seus filhos passavam, pasou a falar em reuniões com os fies e até em missas oficiais, quem eram os irmãos prostestantes e o porque desta definição.
A importancia do casal, que o faz ser listado entre os 100 maiores correntinenses de todos os tempos, é uma questão de fé, a dedicação em vencer os obstáculos sociais, a descriminação e não ter vergonha de atravessar a cidade levando suas biblias debaixo do braço, ou abri-la em qualquer espaço público, para fazer ali um culto vivo de louvor ao nosso Deus.
Com muita luta e mais fé, Céres e Zila Crisostomo hinougurou a 1a. Igreja Batista de Correntina, ainda na década de 50. O casal tivera cinco filhos. Zidia, Juvenal, João, Argeu e Céres.
20 CORONEL SEVERIANO ANTÕNIO MAGALHÃES

Resumo Biblografico EM PESQUISA
Severiano foi um homem que não engolia desaforos. Seu período a frente do arraial de Nossa Senhora da Gloria foi marcado por diversos conflitos territoriais ocorrido entre A Vila de Correntina e a Vila de Santa Maria. No livro A História de Correntina, do escrito pelo jornalista Helvérton Valnir Neves Silva, (Hélverton Baiano) encontramos nas paginas 60/70 um relato mais preciso dessas ocorrências, onde se evidencia o embates armados entre os jagunços da Vila de Santa Maria ao invadirem Correntina e na clara intensão de desmoralizar o então líder comunitário do lugarejo, Coronel Severiano Magalhaes, os jagunços vindo de Santa Maria, a mando de um tal Faustino, tomam a casa de Severiano, em sua ausência, e para desmoralizar sua autoridade, dois jagunços saem pelas ruas do arraial exibindo as roupas intimas de sua mulher! vai saber o que mais fizeram!
O trono veio sem demora e saiu caro para os dois jagunços que afrontaram a honra do Coronel Severiano, que se preparou e invadiu a Vila de Santa Maria pipocando bala pra todos os lados, pondo em fuga o tal Faustino, porém logrando êxito ao capturar os dois jagunços que invadiram a casa de Severiano que a seu mando, foram sangrados como porcos e o Coronel Severiano por um período sendo o mandatário da Vila. Santa Maria foi o primeiro arraial da região a ser elevado ao posto de vila.
Este e outros episódios, vividos neste período, são narrados no romance de Osório Duque Estrada, escritor santamariense; obra esta vencedora do Prêmio Jabuti, na qual o autor narra a vida cotidiana e os dramas humanos vividos pelas populações pobre, que viviam às margens do Rio São Francisco. A obra foi escrita entre os anos de 1942/1945 e publicada quase 20 anos depois, 1961.
Por influência do Coronel Severiano junto ao Governo da província da Bahia, o arraial de Nossa Senhora da Gloria foi então preparando-a para ser elevada a categoria de Vila. A vila mesmo sendo um lugar isolado, contou com a influência da família Magalhaes para este importante reconhecimento que ocorreu em 14 de maio de 1866, cuja resolução, neste mesmo ano, possibilitou a volta à normalidade legal à Vilas das Éguas, conforme citado no livro A História de Correntina, pags . 60/67 - Helvérton Baiano.
Observamos que a família dos Magalhães foi de vital importância na defesa armada, do território que compõe o município de Correntina. a época, muito cobiçado pelos coronéis da Vila de Santa Maria em disputas que só tiveram trégua, com a proclamação da República, em 15 de novembro de 1989, quando a movimentação política no pais levou o governo federal a definir a questão fundiária dos municípios, definido seus limites de fronteiras e assim sanar as brigas em diversos municípios brasileiros e foi neste momento que então surgiu a Vila de Correntina, fincando o nome de Nossa Senhor da Glória como a santa padroeira do lugar.
Neste breve resumo observamos, sem dúvidas, a importante participação do Coronel Severiano Magalhães e seu irmão Joaquim Antônio de Magalhães na defesa de nossa soberania territorial; sendo o Coronel Severiano o primeiro “Intendente” de Correntina. Intendente era a pessoa responsável por dirigir, administrar e/ou coordenar todos os serviços sociais, públicos ou militares do município.
Com a morte do Coronel Severiano Magalhães entra em cena como sucessor, seus filhos Arthur Magalhães e o Capitão Juvenal Magalhaes, isso após um breve período em que o posto ocupado pelo Capitão Teodomiro não correspondeu com a competência esperada nem os interesses, sendo substituido em acordo pacifico defendidos pela família Magalhaes este porém sem força política e pouca expressão acabou cedendo o lugar aos filhos do Coronel Severiano até o período onde surge a figura do Major Felix Joaquim de Araújo em um movimento que chamado de Revolução do Major Felix Joaquim de Araújo.
Enim, neste breve comentário encontramos razões de sobra para conceder um lugar de honra a família Magalhães, na pessoa do Coronel Severiano, justificando sua presença entre os 100 mais importantes correntinenses de todos os tempos.
21 CLAUDIONOR FERREIRA DA ROCHA - CANÔ
Musico - Poeta compositor

Resumo Biblográfico:
Teve por profissão a alta costura, especializado em ternos finos, quando as roupas fabricadas dificilmente chegavam a cidade. Teve participação política principalmente nos grandes comícios nas eleições realizadas nas décadas de 50 a 70, quando os músicos compositores faziam verdadeiras obras de artes em jingle musicais autorais; passando as mensagens aos eleitores ou respondendo as afrontas dos adversários que fixavam na memória o recado e atraía a simpatia do eleitor. Muitas histórias deste período que estão no livro Conto MAIS Ponto, (Flamarion Costa)
Canô Esta é a fera que passou pela era dos grande boleros, sambas-canções; que cantou e encantou nas noites enluaradas. Canô foi um dos frequentadores da Era de Ouro do Bar do Rochinha, situação na praça da matriz, em uma das velhas casas das tias Paturys e ali se reunião de sexta a altas horas da noite de domingo, a nata de músicos, cantores, para beber cerveja e destilados chorando seus ais. Canô era um violonista raro, em sua forma de por vezes única, de dar seus acordes no violão; um acompanhamento marcado destacados acordes e uma voz segura.
Findo a era do Bar do Rochinha, décadas 50/70 outros bases surgiram para acolher o acadêmicos da boemia, como o bar do Afonso e por ultimo o Bar do Nego Tota; onde até o ano de 2024 tivemos a presença marcante do decano Canô, a contar belas piadas de salão, mostrar seu lado cômico de viver a vida e fazer com que a sua volta, não houvesse lágrimas, senão por risos. Seu nome acabou por dar nome a uma cachaça de luxo, engarrafada e exportada por seu filho o populismo Dr. Marcelo Coimbra que em homenagem ao velho Pai, dera o nome com o qual o mesmo era chamado no ciclo de suas amizades, carinhosamente “Velho Canas”
22 CLAUDEMIRO SOUSA ROCHA - DINDA
Musico - Poeta - Compositor

Resumo Biblográfico:
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É ELE o 5o. filho do casal José de Souza Rocha e Malvina Rocha; nasceu macho e como tal, carrega a vida com seu estilo poético musical. Foi batizado pelo nome de Claudemiro de Souza Rocha, porém em Correntina raro é aquele que não é de alguém ou que não carrega sobre os ombros um codinome. Claudemiro é Dinda de Zé, que por sua vez é de Malvina, logo ficou Dinda de Zé de Malvina.
23 CLARICE DE ARAUJO SANTOS
Atriz consagrada no teatro local

Resumo Biblografico EM PESQUISA
Filha de um importante empresário, Felipe Santos, que era filho adotivo do Major Felix Joaquim de Araújo e casado com Sinhá (nome?) filha de um prospero fazendeiro dono de engenho no povoado do São Manoel, Felipe e Sinhá tiveram cinco filhos, sendo Clarice a caçula que se dedicou-se a fina, costura, estudou fora do município, tudo indica que em Januária ou mesmo Belo Horizonte. retornando a Correntina montou seu atelier de fina costura, especialidade feminina, e dedicou-se ao teatro, tornando-se um exponencial de sucesso na era das dramatizações dirigidas por Iôzinho Cosa, ator, escritor teatro e sua irmã Amélia Santos.
Com o advento da televisão, Clarisse Santos e Iôzinho foram apelidados pelos correntinenses de Tarcísio Meira & Gloria Menezes de Correntina. Foram os maiores artistas do teatro correntinense. O drama em 4 atos, escrito por Iôzinho Costa, baseado no romance de Guimarães Rosa, A Escrava Isaura, foi a maior sucesso teatral da década de 70; Leôncio (Iozinho) Malvina (Clarice) e Miriam Araújo (A Escreva Isaura) no papel da Escrava Isaura.
24 CORCINOS - FAMILIA
JOANA - CLEO - ZACARIAS…

Resumo Biblografico EM PESQUISA
- Não é apenas um nome que se destaca neste família de artista. Recentemente perdeu a genialidade do irmão Zacarias. Musico poeta e ator. Toda famílias se dedica as artes dramáticas e aos valores culturais folclóricos do município.
25 DONÁRIA DA SILVA GUERRA
Resumo Biblografico EM PESQUISA.
Cursou enfermagem, possivelmente na escola de medicina em Salvador e retornou ao município para o exercício da profissão, tornando-se a primeira enfermeira formada no município. Fazia atendimentos pela prefeitura municipal e serviços parto a particulares, tendo por lema principal o exercio de sua profissão em não ter discriminação entre pobres e ricos. Quem podia pagava quem não podia recorria a prefeitura e na urgencia, lá estava Dona Narinha, ou Donária Guerra, que também atuava na farmacia da familia.
Donária Guerra foi uma das mais requisitadas profissionais no município e por vezes fora dele; antes dela e durante seu periodo de atuação, as mães correntinenses tinha em Dona Inácia, uma parteira prática, como a maior aparadeira de crianças do municpio. Como não ser uma das maiores nesta seleção.
26 ARNAODO (Ná) 27 CORNÉLIO
28 DIOCLECIANO - DIO 29 DONA CEBOLA
30 JULIO DOISO - 31 LIOCÁDIA



32 MARIA BALÃO - 33 NEZO 34
RAIMUNDO RAPOSA e 35 UMA UMA
nossos diletos psicodélicos https://fanacos.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=8565652
DIÓ ou seja, Diocleciano e demais figuras psicodélicos de Correntina, chamados de loucos foram pedras preciosas que muitos de nós não soubemos dar a elas o valor devido. Nem todos sabiam discernir um deficiente mental de um deficiênte físico ou intelectual e optavam pela tradução mais fácil e um tanto ignorante ao chama-los de loucos…
Aqui está o resumo biográfico de nossos queridos psicodélicos, que certamente muitos se lembrarão com uma certa “pitada” de sudade… arrependimento pelos tantos pedidos de perdão que lhes devemos:
36 DENILSON NEVES
Vereador municipal

Resumo Biblografico EM PESQUISA.
Mais um varão surge desta grande fusão familiar, Neves Vieira, Denilson veio como se costuma dizer, comendo pelas beiras da história, e aos poucos foi se engajando nos movimentos políticos. Passou a se envolver em companhias interessante ainda jovem, Casou-se com a filha uma das sete maravilhas do poeta Antônio Barbosa, a jovem …. com quem teve …. filhos. Ele estudou o que lhe foi oferrecido no município, porém cuidou para que os filhos tivesse um conhecimento e formação mais ampla.
Entrou para a política conduzido pelas mãos de …. e nas eleições de ….. candidatou-se a vereador, obtendo uma votação do ponto de vista surpreendente, pois muitos não acreditavam que o jovem, apelidado por Cabeção, fosse lograr exito em sua primeira investida na vida pública.
A razão do apelido só ele mesmo para explicar se é relacionado ao tamanho da cabeça presa sobre os ombros ou por uma questão de teimosia. Mas ele não se incomoda com isso, se o nome pegou diante do eleitorado isso é o que importa e em …. vem o segundo mandato o que hoje se acumula com …. como membro do Legislativo local.
Uma conversa com o nosso edil é proveitosa pelo conhecimento que demonstra ter da política local e os rumos com que conduz uma boa conversa, sem balelas ideológicas ou fanatismo partidário.
Óbvio que pessoas, principalmente do meio político, que a cabeça do cabeção tende a cair na confiança do eleitorado. quando entre seus projetos levados e defendidos no legislativo consta por exemplo…
37 EDMILSON ALVES
Vereador municipal

Resumo Biblografico EM PESQUISA.
- Fio de Chiquito - talvez aqui está um dos segredos da grande influencia social de Fio, Ele era filho de Chiquito, um cidadão impecável que nunca se deixou abater pela hipernasalidade fonética que é o excesso de passagem de ar pelo nariz durante a fala, fazendo com que sons que deveriam ser orais saiam também pelas fossas nasais, mas que soube muitíssimo bem a lidar com o problema e não se mostrar tímido ou temeroso, nas rodas de conversas que tanto apreciava, fosse politica e futebol, Chiquito estava por dentro e esta foram duas fortes características dos filhos (Edmilson) e Romão.
A influência de Chiquito na sociedade era tal que, imagino eu, tenha sido Ele o incentivador para que o filho primogênito, ao retornar à Correntina depois de um período fora, em busca de seu destino, viu que o destino estava aqui, em Correntina. Ao retornar envolveu-se com o esporte, foi destaque debaixo do travessão, goleiro do Atlético, Corinthians onde também atuei como lateral e um dia deu um passo certeiro, firme e entrou para a política pela porta da frene, a mesma que usou no dia que dela resolveu se aposentar.
Um político moderado e bem conceituado no município; um político versatil no lidar com qualquer público eleitor, fosse de centro, direita, esquerda Fio de Chiquito parece ter sido moldado para sorrir, ser afetivo; ser um daqueles políticos que durante toda sua brilhante carreira no Legislativo Municipal não se tem notícias de desafetos
Entrou para a Câmara de Vereadores em ________ em seu primeiro mandato e de lá saiu para o gozo da aposentadoria em _________ . Muito sorridente e conservador; o que se pode dizer que foi também um moderado homem público. Passou pela política sem deixar nódoas que maculasse seu nome e a honra da família e certamente foi um dos grandes orgulhos do velho Chiquito, homem de estatura forte, não apenas física, mas grande em espírito e bondade, cordial a qualquer tempo e hora, fosse com pessoas ilustres ou simplórias. l
38 ELIAS DE FRANÇA BARBOSA
ex-prefeito
empresario agricultor – liderança política

Resumo Biblografico EM PESQUISA.
A família França Barbosa migrou do interior do município de Correntina para a sede, onde se estabeleceram no comercio local, todos eles tendo um papel representativo no contexto social, político e cultural da cidade; comerciantes, alguns ocupantes de cadeiras no legislativo local, embora não tenham desativado da vida na agricultura, mantendo seus roçados na agricultura familiar, sem megas lavouras, mas pequenos rebanhos de gado para o abastecimento de leite e produção de seus derivados, vendidos em suas residências a cliente-las cativas. Todos eles, são merecedores estar listados entre Os 100 maiores correntinenses de todos os tempos e aqui o fazemos em nome de um desses seis irmãos, que mais longe chegou ao topo da hierarquia do poder executivo do município.
A História de Correntina (Helverton Baiano) não se ateve a fazer uma biografia mais detalhadas de nossos personagens histórico, se atendo a sua participação em dados momentos, importante da história do município. Por esta razão, aqui faço o pedido de que tem tiver algo que enriqueça este texto, que o faço pela dignidade e honra dos irmãos França Barbosa, que faço uso do espaço reservado aos comentários e nos ajude a ser mais preciso no teor deste artigo biográfico.
Correntina, como toda as demais cidade pequenas do interior do pais, tem suas semelhanças históricas, desde sua formação social, cultural e política. Pequenos grupos que disputam o poder que em muitos casos, torna-se uma tradição hereditária, com a mistura de DNA entre as famílias e em Correntina encontramos essa miscelânea genética entre Guerra, Araújo, França, Costa Ferreiras. Essas famílias por vezes se conflitam quando seus lideres se espalham entre os partidos políticos, cada uma ficando do lado em que os laços familiares se mostram lmais fortes.
Os irmãos França Barbosa, segundo meu conhecimento, são: Antônio; se manteve nas funções ligadas agricultura, mesmo residindo na cidade, onde criou os filhos e entre esses está o Professor da Univ. Federal de Goiás, Dr Altair Sales Barbosa; Oswaldo, proprietário de uma pequeno comércio na praça do Cine Teatro, membro do legislativo municipal e entre os filhos mais conhecidos estavam Pa. Walderley, José França e Aloísio França;(8 filhos) Odílio também foi membro do Legislativo municipal e dono de uma fina e grande loja de tecidos, até hoje existente no mesmo ponto desde sua inauguração. (9 filhos). Zéferino também comerciante, dono da única sorveteria da cidade (8 filho), os mais conhecidos foi Dilson , João e Profa Lícia; Joaquim o literato que gostava de discursar, casado com a conhecidíssima Diolira Alves, não teve filhos, Ubaldo também lojista (5 filhos) e Elias casado com D. Alvina; (7 filhos: Aderbal Everaldo Luis e Hugo Auxiliadora, Consuelo e Solange). Dos irmão o mais conhecido foi Elias França, dada sua influencia junto a agricultura no município, onde destacava-se como comprador de peles, grãos, principalmente de algodão. Chegou a construir um grande galpão na saída para Santa Maria, um grande deposito do produto; quando seu comercio próximo a praça da matriz não mais teve espaço para armazenar os produtos que comercializava, exportando para os grandes centros.
Elias de França entra em nosso cenário político por volta do ano 1951/53 no fim do governo de Manoel Vieira. Dr. Lauro ex-prefeito era o nome certo mas declinou por perceber que havia uma manobra velado que poderia ser mais tarde uma dor de cabeça. Major Felix, seu pai, sondou outros nomes que fizesse frente ao forte nome de Oseas Cardoso da UDN, que cresceu muito durante o governo de Manoel Vieira, tornando-se um nome possivelmente imbatível, para as próximas eleições.
O Major então viu entre os correligionários que um nome se destacava principalmente no interior do municipoio, esse nome era Elias França, dada a sua posição de comprador de algodão e demais derivados da lavoura, além de peles e couros bovinos e silvestre. Para fazer frente a Oseas Cardoso não bastava o apoio do Major, mas ter um nome conhecido, respeitado e posição social de destaque do eleitorado. Não tinha outro nome com tais qualidades, senão Elias França que recusou ao primeiro convite por razões familiares, sua esposa Dona Alvina mulher virtuosa e prudente a fez vê que a política gerava muitos conflitos, , muitos pontos negativos, principalmente uma grande capacidade de criar inimizades até mesmo entre familiares.
O Major não teve outra alternativa, senão, insistir com Elias França, a questão era convencer Dona Alvina a aceitar a entrada de Elias na vida publica e isso ocorreu a pouco mais de um mês das eleições. Elias França não era o candidato que o Major desejava, aquela talvez seria a oportunidade que tanto desejava o filho Aldegundes Joaquim, entretanto a popularidade de Elias França não lhe deu outra escolha. A gosto ou contra gosto, o Major foi para o pleito com Elias França no limite do tempo. Com o apoio do Major Felix somados as qualidades e prestígio do candidato Elias, Ozeas Cardoso é derrotado.
Elias Governou de abril de 1957 a abril de 1959. Tudo transcorria bem, mas aos poucos alguns contratempos começaram a surgir entre Elias e o Major. Certamente Elias não aceitava certas interferências naquele estilo de governança da época, em que os coronéis punham seus representantes no governo e os faziam de marionetes sob seu comando e isso não emplacou com Elias França. Em 1958 já era clara a crise entre o prefeito e o major; como bem presumira Dona Alvina. As desavenças criaram outra corrente política, os que eram fieis ao Major e aqueles que juraram fidelidade a Elias. As brigas iram parar nos tribunais.
Em uma dessas Crises, Elias tentando se garantir no poder, vai a Salvador tomar suas providências e deixa no poder, como interior, o presidente do Legislativo, Sr. Astrogildo Costa, aliado do Major... mais detalhes você verá no livro A História de Correntina (pags. 217/233) A coisa virou tentativa de golpe e foi um bafafá. Aldegundes Joaquim, filho do Major entrou no rol da encrenca tomando o partido do pai enquanto a maioria dos vereadores fiaram ao lado de Elias... bem que Dona Alvina dissera e assim foi declarada guerra entre os Araújo e França que perdurou por um bom tempo. Elias França veio para um segundo mandato, agora mais experiente, mais forte, principalmente no interior do município e governa até 1667.
Elias terminou seu segundo mandato já sendo considerado uma liderança política no município e neste momento então se dá fim da Era sob a batuta do Major Felix.
Após este mandato, resolver mudar com sua família para Goiânia, onde já estavam seus dois filhos mais velhos. Aderbal formado em Direito e Everaldo formado em medicina, nos deixando um legado histórico marcado pelo seu caráter e sua postura de homem publica que se junta a outros, do período, dos qual nos orgulhamos ser parte de nossa história social e política.
39 ENA PEREIRA ROCHA
Professora musicista Diretora teatral Etnóloga

Resumo Biblografico EM PESQUISA.
Ela passava por Correntina rumo a Porto Novo onde morava seus pais, quando Pa. André tomou conhecimento que na casa de Odeilde e Claudionor pousava uma professora recém formada, que tinha por destino a cidade de Porto Novo. Imediatamente o Revdo foi a residência citada e em um breve encontro convidou a professora a compor o quadro docente do Educandário São José recentemente inaugurado. A professora não recusou o convite mas sugeriu que o mesmo foi feito a seu pai, e dele vindo a liberação para morar e lecionar em Correntina, ela estava pronta a aceitar o convite.
Não foi o Pa. André que viu a passagem desta estrela por Correntina. Rubens irmão de Claudionor se encantou ao vê a bela professora na casa de seu irão e ali fincou os pés num final de semana de cortejos a jovem professora, o que se tornou mais um atrativo à professora para aceitar o convite de mudar-se para Correntina.
Sem perda de tempo Pa André foi a Porto Novo, fez o convite e já retornou com a Professora pronta para assumir uma cadeira no Educandário São José e dali foi um passo para o namoro e mais tarde o casamento de Rubens e Ena, tornando-se Ela uma Rocha viva no cenário cultural do município; foi uma professora de destaque inclusive na política, sendo candidata a prefeita em um dos pleitos. Também na política foi uma perfeita cabo eleitoral, compositoras de jingle políticos; canções que eram desenvolvidas sobre um fato ocorrido com algum candidato em campanha, principalmente os opositores; criadas para fixar uma mensagem positiva ou negativa na mente do eleitor. Ena Rocha e Liozirio Ferreira foram impecável neste tipo de canções, as vezes paródia, noutras canções inéditas
Ena Rocha Pereira foi um furação na cultura educacional e folclóre do municpio, organizando eventos teatrais, sarais musicais e também fundadora do Colégio COPEDUQUE - uma escola particular em sistema de cooperativa cujos professores tornavam-se professores sócios, na prestação dos serviços e divisão dos lucros. Ao juntar-se com Vanderlina Alves, Iôzinho Costa, Ir. Zélia Brandão, mais tarde com as irmãs professoras Aldeir e Alderice resgataram e promoveram tudo que um dia houve e que por algum motivo estivesse desativado.
Ena Rocha foi vítima do covid em 2022 falecendo no perído d pandemia. Foi uma comoção só vista na morte de Iozinho e Padre Andre, pois foram eles sem dúvidas os maiore Correntinenses de todos os tempos, naa area de atuação a que se propuseram deixar seus nomes gravados na história de Correnitna. Contar a história deste municipio e não citar uma dessas três personalidades é contar uma história incompleta.
40 EZEQUIEL PEREIRA BARBOSA
agricultor e ex-prefeto

Resumo Biblografico EM PESQUISA.
Ezequiel Pereira Barbosa é um agricultor que ainda moço entrou para política no período da intervenção militar; logo após o golpe de 1964. Jovem garrido, leal seguidor do Dr. Lauro Joaquim de Araújo, filho do lendário Major Felix Joaquim, Ezequiel fez dobradinha com Zoroastro Campus de Magalhaes e na raça de uma força bruta nadaram contra as forças militares a frente do Movimento Democrático Brasileiro.
Os partidos políticos existentes foram extintos: PSD, UDN e PTB) através do Ato Institucional nº 2 (AI-2) e para dar uma satisfação as nações estrangeiras, os militares implantaram o bipartidarismo no pais, ou seja, a ARENA - Aliança Renovadora Nacional que apoiava o movimento militar e era por este protegida, e o MDB - Movimento Democrático Brasileiro em lugar da oposição. A implantação do MDB nos municípios não foi assim tão democraticamente instituído. se escolhia um Presidente do Partido, aluava-se um comité e registro no cartório eleitoral e pronto… ah menino teve muito chega pra lá.
A ARENA que tinha nas mãos o poder fazia tudo para impedir o avanço do MDB; perseguia, prendia, batia. Houve muita quebra de braço, entre os Guerras e Franças; representantes da Arena contra os Araújo e Ferreiras que tinham a frente Zoroastro Magalhães e Ezequiel Barbosa e outras grandes famílias que se misturavam nesta guerra de poder. Em 1979 veio a Reforma partidária decorrente do desgaste do regime politico dos militares e o crescimento da oposição nas urnas. O governo do general João Batista Figueiredo promoveu uma reformulação política para extinguir a Arena e o MDB e os partidos políticos retornaram a sua normalidade, exceto Arena que saiu definitivamente do cenário e surgiu então o PMDB e demais partidos
Ezequiel Pereira Barbosa foi mais importante neste período da história que no período em que foi prefeito, Seu governo foi marcado pelo autoritarismo vertical, não fugiu a prática comum dos prefeitos, que passa perseguir os eleitores fiéis a outros candidatos, essa de eleito para todos e’ uma balela. Ezequiel era taxativo em suas ordens, um tanto inflexível e difícil era convence-lo do contrario.
Sua participação no período da ditadura é inegável, junto com Ele Junto com Ele os irmãos Ferreira, Arnaldo, Liozirio e Nelson; Joelio Ramos mais tarde seu vice-prefeito; Raimundo Costa. Arcenio Ramos, Joaquim Silva. Argemiro e outros.
41 EUCLIDES MOREIRA ALVES
ex-prefeto
Resumo Biblografico EM PESQUISA.
42 Major FÉLIX JOAQUIM DE ARAÚJO
ex-prefeto
Agricultor – Político emancipador

Resumo Biblografico EM PESQUISA
43 FLAMARION ANTONIO A. COSTA
Poeta - ator - musico - escritor e servidor Federal
Eu sou viciado em mim mesmo! não dizendo com isso que´u seja egocêntrico, mas admitamos que há momentos em que nos orgulhamos de nós, pelos caminho trilhados; "certa vez por um artigo publicado fui criticado e o severo crítico manou que´u fosse estudar para chegar ao nível de discutir com ele... e voltei para a escola... Não sei com o jovem bancário se saiu, além de um bom casamento.
As vezes precisamos ser agitados, sacudidos, para sair do comodismo; tomar um porre de otimismo e autoconfiança e seguir em frente, sem dar trela a conversas paralelas, o que precisamos é ser autênticos e não viver de subterfúgios.
44 FRANCISCO BEZERRA - CHICHICO
Servidor Municipal - Humorista

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Servidor Público - Comerciário – Humorista. O velho Chichico como era carinhosamente conhecido no município era a principal atração na cidade, com sua fértil imaginação para divertir seus admiradores. Se dizia dono de um sítio arqueológico que todos conheciam através de suas histórias imagináveis. Ali num canto da enigmática região da Luzia ele mantinha seu exótico zoo pré-histórico. O patriarca da família Bezerra nasceu no povoado do Arrojado, ano de 1900, abrindo as portas do século XIX 1900, e por lá se casou (1932), com Alice Fernandes Silva Bezerra.
-45 GETÚLIO CARDOSO REIS - CAPITÃO
Link Resumo Biblografico EM PESQUISA.

Resumo Biblografico
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Aos 21 anos de idade, no apso de sua juventude, chega a Correntina Getúlio Reis na graduação de 3o. Sargento da Polícia Militar, com a missão de ocupar o cargo de Delegado de Polícia.
O jovem delegado distribuía simpatia e cordialidade, conquistando a confiança de todos. O jovem sargento permeou por todo os caminhos onde geralmente é comum que os profissionais de segurança pública acabem gerando algumas inimizadas, ou embaraços no cumprimento da lei. Getúlio desde o primeiro momento procurou aproximar-se das demais autoridades, não por ser uma delas, mas pela incumbência em conhecer o município, ouvindo sua população, desde o mais culto ao menos esclarecido. Getúlio o fez ser parte de uma sociedade não invisível.
46 GERALDO BEZERRA
Empresário - Vereador - Poeta

Resumo Biblografico
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Geraldo Bezerra, ou Geraldo de Chichico, o filho caçula não poderia ter outro destino senão as misteriosas linhas de um pentagrama musical. O foco da família sempre foi a musica.
Enquanto isso não acontecia, foi ele um menino comum como os demais meninos da época, que bem cedo assumiam uma ocupação laboral.
Raro o menino daquele período que não tenha passado pela arte de engraxar sapatos ou sair as ruas com tabuleiros sobre a cabeça, vendendo o pão de Seo Petrônio e Seo Dioclécio e Dona Didi; bolos e biscoitos de Dona Marcelina, as petas e broas das irmãs Dontas; a cocada de Dona Preta, mãe de Chiquito e de tantas outras mães que se desdobravam para ajudar seus maridos no sustento do lar, fazendo bolos, broas, biscoitos e petas para serem vendidos de porta em porta.
Geraldo foi coroinha, do Pa. André nas celebrações das santas missas e foi, como Eu, um dos pupilos do Maestro José Patrício no Coral de Adolescentes Lira de Ouro, cantado em quatro vozes; mas sua vida mudou a partir dos 15/16 anos de idade, quando Geraldo subiu num pau de arara ou quem sabe numa jardineira dos Badecos, passou pelo velho cancelão e tomou o rumo da Capital Brasilia.
47 GERALDO PEREIRA
Escritor - Advogado - Vereador capital Go

Resumo Biblografico:
Nasceu em Correntina no dia 7 de abril de 1958. Aos 21 anos de idade mudou-se para Goiânia. Lá, em 1979 torna-se servidor público da UFG Universidade Federal de Goiás, onde prosseguiu seus estudos. Graduou-se Bacharel em Direito (1990) e mesmo habilitado à profissão junto OAB, no primeiro momento, ao que sabemos, não exerceu a profissão.
Em 1988 Geraldo Pereira realizou a grande façanha de sua vida que findou por levá-lo ao Poder Legislativo da Capital de Goiás, sendo eleito vereador. Geraldão fazendo sua campanha sobre uma bicicleta e desta forma popularizou seu nome entre o eleitorado da capital do Goiás.
O correntinense encaixou-se no contexto da necessidade daquele momento da história do pais. pelo Partido dos Trabalhadores. Não é do meu conhecimento as razões, pelas quais Geraldo Pereira, após término do mandato, se concorreu a re-eleição, mas o fato é que afastou-se da politica ou desistiu de seus embaraços.
Despertou-se como escritor em 1985 e em 2002 publica seu primeiro titulo, - Degraus, edição independente. Em 2004 publica uma excelente obra, inspirada na leitura de 100 obras literárias da cultura nacional, a que deu o título de Pescando Peixes Graúdos, em águas brasileiras, Quando então anuncia os projetos literários (prelo) de títulos:
1) Ainda há tempo, 2) Raízes,
3) Para o amor com Amor, 4) Busca e
5) Ponto Azul.
48 HELENILDE DE ARAUJO GUERRA
NIDE
Promoter de Eventos - Bancaria aposentada—

Resumo Biblografico
Filha de Teófilo Guerra e Ana de Araújo Guerra, Nide, como é carinhosamente chamada pelos amigos e familiares, é uma das grandes lideranças culturais do município, desde a década de 70, Helenilde, quando então se destacou no cenário empresarial, fazendo acontecer o mais badalado show pré-carnavalesco no município. É uma mulher notável e uma defensora voraz dos valores culturais do município. Foi funcionária do Bco Brasil em toda sua carreira trabalhista, tendo se aposentado na função de Gerente no inicio dos anos 2000.
Promoter social que atingiu o apso do sucesso nas décadas de 70/80 quando criou o GRUPO NEW; junto com Ela estavam Weden Costa e Elton Hilário. O dinâmico trio criou o mais famoso baile pré-carnavalesco da região oeste da Bahia, transformo o belo cenário da Ilha do Ranchão em um monumental cenário havaiano, fazendo acontecer a série inesquecível de 14 edições ininterruptas do que chamaram Baile do Havai . O evento atraiu visitantes de todas as localidades do oeste da Bahia, da capital e outros Estados brasileiros.
O Grupo NEW parou suas atividades por razões políticas; quando já no governo do Prefeito Ezequiel Barbosa, rival político do grupo liderado por seu Pai, Teófilo Guerra. A Prefeitura era o principal agente patrocinador do evento; o prefeito cortou a verba patrocinadora e a licença para utilizar o espaço público onde se realizava o evento. Em lugar do Baile do Havai a prefeitura patrocinou outro grupo a realizar uma versão da festa chamada Baile Tropical. d O fiasco já foi na primeira edição sendo que o Baile Tropical não passou de duas edições e o município, por bobas rivalidades políticas e incompetência administrativa, ficou sem os bailes do Havai e Tropical.
49 HÉLVERTON VALNIR NEVES SILVA
Helverton Baiano
Poeta Escritor Academico ALG

Resumo Biblografico
https://www.recantodasletras.com.br/escrivaninha/publicacoes/preview.php?idt=1735502&rasc=1
Hélverton Baiano é o orgulho de Correntina e certamente Correntina também é orgulho do poeta, embora tenham lhe falta com o prestígio, quando nos agracia fazer um lançamento de um de seus títulos na cidade. Nascido em Correntina (BA), em março de 1960, migrou para capital do Goiás tão logo concluíram o antigo curso ginasial aos 15 anos de idade.
Formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiânia, trabalho no Palacio das Esmeraldas, onde deu seus primeiros passos no gabinete de impressa do Governador e aos poucos foi se enfronhando nos emaranhados meios literários, hoje com mais de 15 livros publicados, entre eles A História de Correntina, a mais badalada obra literaria de nossa cidade; fonte de pesquisa para aqueles que querem conhecer como se formou esta comunidade. Outros grandes títulos viera, como Algemas de Algodão (contos), Paraíso Profano (poesia), Sapituca no Furdunço (contos), Encanto Perverso (poesia), Falo de Amor a esses ouvidos moucos (poesia) e Expedição Abissal (romance).
Diversos prêmios literários em sua galeria; por duas vezes a Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, o maior prêmio literário de Goiás, já participou de dezenas de antologias regionais e nacionais. É membro da União Brasileira de Escritores – Goiás (UBE-GO); em 13 de março de 2025 foi eleito por unanimidade para a cadeira 13 da Academia Goiana de Letras AGL … muito 13 … cuidado com isso!
É muito atrevimento com meu amadorismo querer falar deste que é o maior escritor, poeta correntinense mas, enquanto a morte não chega e me cale a voz, ou apague dos olhos a luz, vou destilando minha manguaça cultural bêbado das boas intensões, que nem sempre são compreendidas, com a diferença de que esse pobre ébrio por cultura, sabe o que diz ou o que quer dizer. Se faz sentido, o tempo dirá.
É o Jornalista escritor mais renomados do município.
50 HELIO ALVES
MUSICO

Resumo Biblografico
51 HENRIQUE LUIS DE ARAÚJO COSTA
HENLACOS
Engenheiro Agrônomo - musico - poeta

Resumo Biblografico
Henrique Luís sabe que a cultura a semeadura que faz pelos caminhos por onde passa. Podemos não colher aquilo que plantamos, mas fica a certe de que aqueles que se serviram do nosso bom plantio, hão de colher bons resultados.
Digamos que o "hobby" de Henlacos o liga as raízes paternas e a terra natal. A perda da filha, Dra. Poliana Morais pareceu-nos, inicialmente, que havia emudecido nosso sábia do cerrado; que por um bom tempo emudeceu mas foi num momento difícil. Só Deus e o casal sabem dos dias tristes que viveram. Hoje não há tristeza, mas saudade que nos alimentam na força de cada dia. Por amor a filha amada o casal retomou a vida. Dra. Poliana era a mais entusiasmada entre o publico que o ouvia… O aplaudia ao ouvi-lo cantar os românticas boleros e canções, fosse nacionais ou internacionais.
O que não diria hoje o nosso velho Raimundo ao ouvi-lo cantar e saber que seus dons artísticos foram bem inventariados entre seus rebentos: a Música, a Oratória, as Artes cênicas, a Poesias, o Escritor, Designer de eventos e a sua personalidade moral... Foi uma partilha perfeita e justa. Um valioso tesouro que ninguém nos tira.
52 HENRIQUE SOARES COIMBRA
Musico Poeta - Compositor

Resumo Biblografico
Filho de Valdo França e Jacira Soares Henrique é dono de uma voz diferenciada, por sua suavidade aveludada. A primeira vista ele nos parece uma pessoa tímida, quando na verdade é um ledo engano; o jovem cantor é misto de ternura.
Ficou órfão de pai ainda cedo e foi criado pela mãe e a avó, sem que este fato o tirasse a alegria da infância. A vida lhe foi promissora e veio através da dedicação com que se deu aos estudos e ao trabalho, que cedo começou. A dedicação da mãe (Jacira) e avô (Dona Maria) na divisão das responsabilidades em criar os dois filhos Henrique e Suely, sendo deles o porto seguro.
Não sei precisar o momento de sua mudança de Correntina para Coribe – BA, mas sabemos que foi por razões de trabalho; conquistou uma vaga de trabalho no Cartório de Registros de Coribe, onde a dedicação o fizera assumir posições na hierarquia cartoriais relevantes, o que por certo o encorajou a assumir o casamento tão logo surgira a mulher dos sonhos. Não era um subterfúgio de rapaz solteiro longe de casa, mas amor a primeira vista. A escolhida confirma no dia a dia ser a mulher ideal, pelas virtudes, compreensão e carinhos que demonstra, ao se fazer presente entre os amigos de seu esposo; não só valorizando sua arte de tocar e cantar, mas também se estar presente ao seu lado, apoiando-o em suas horas do maior laser. Cantar tocar seu violão, tendo perto o olhar admirado de seu amor.
53 HONORATO RIBEIRO
José Patrício
Professor de artes e Musica - Poeta

Resumo Biblografico
Foi o primeiro astro de luz própria que Carinhanha nos deu de presente, em torno dele diversas lamparinas acharam seu brilho e se tornaram luz diante do pentagrama infinito da música, entre esses estava Claudemiro Rocha (Dinda) Rodrigo Lopes, Geraldo Bezerra, Sérgio Araújo, Nonato Rocha e outros tantos. Zé Patricio foi professor de musica das gerações de 70 e 80; professor de Artes Manuais no Educandário São José maestro do Coral jovem Lira de Ouro e do Coral de Senhoras, antes liderado pelas Dioras, catequista e grande compositor. .
Honorato Ribeiro já chegou em Correntina sendo José Patricio, razões que ficaram lá em Carinhanha a alcunha do nome, sabemos que Patrício era o Pai e Gertrudes a mãe; de onde será que veio o José de Patrício? . Nasceu ? De onde veio?
Nasceu em 21 de dezembro de 1934 e que este ano (12025) ultrapassa a linha dos 91 anos de idade, as ultimas notícias do mestre em 2022 é que ainda arranhava com destreza as cortes de um violão e natural com uma voz nonagésima não tem a firmeza em suas notas longas, mas cantava. Espero que ainda esteja entre nós o grande poeta, escritor, professor, a primeira perola carinhanhense que Correntina ganhou, traída para nosso meio pelo Revdo Pa. André Bérenos; depois veio o inimitável Vavá Cunha, pelas mãos de Beraldo Bezerra.
54 IRMA CRISTINA GALHARDO

Resumo Biblografico
A estrela escritora que atravessou o oceano…
Nascida em Correntina, criada em Santa Maria da Vitória - Samavi - BA, irmã é filha de Renato Galhardo e Silvani Alves Galhardo e tem por avós o velho Seo Zuquinho materno e paterno o imortal maestre Nemésio Galhardo.
Mestra em Estudos Literários pela Universidade Federal do Tocantins, graduada em Direito pela UCG (1993), pós-graduada em Cultura Africana e do Negro no Brasil pela UFT (2010) e em Docência em Ensino Superior pelo Instituto de Pós-graduação do Tocantins (2008). É escritora, cordelista e contadora de histórias, tem nove livros publicados e vários prêmios por editais. É membro da Academia Palmense de Letras no Tocantins, membro correspondente de algumas Academias de Letras do Brasil e já participou oficialmente de Salões do Livro na Suíça e na Itália.
É referência na Literatura Infantil tocantinense e executou o maior projeto de livro e leitura do Tocantins, circulando por escolas públicas de 41 municípios. Atua principalmente nos seguintes temas: literatura tocantinense, lendas, literatura infantil, literatura infantil tocantinense e letramento literário/práticas sociais de leitura.
55 DONA INÁCIA PARTEIRA
Resumo Biblografico
Dona Inacia foi a grande guardiã que aparadeira de centenas de crianças correntinenses que nasciam sem a assistência médica, cujas mães contavam com a experiência e cuidados da grande parteira do século passado. do nascimento no Brasil e no mundo.
56 IRACY CARDOSO & 57 EVANDRO FILARDY
Escrivão e Professores

Resumo Biblografico:
Evandro Filardi e Iracy Cardoso são protagonista de outra bela história de amor ocorrida em Correntina no século passado, quando o amor era um sentimento genuíno a envolver a mente, o corpo e o espírito das pessoas em todo contexto de sua existência. Ele foi um melhores professora de Contabilidade e Ela professora em diversas matérias, entre essas, História do Brasil e Geografia, ambos lecionaram no Educandário São José. Ressaltamos que os professores deste geração, atuantes entre as décadas de 50 a 80 foram os responsaveis pela formação desta geração hoje sexagenária ou septuagésima que é uma geraração vencedora, hoje diante de um mundo conturbado.
Evandro e Iracy são referenciais quando queremos dar um exemplo de amor. Eles são personagens de uma história vivida em uma época em que só com amor verdadeiro, se venceria os obstáculos que muitos casais tiveram que transpor para provar que o sentimento que viviam era de puro amor.
Os convido a conhecerem mais uma de nossas belas história de amor, vivida em Correntina, com um final feliz.
58 JOAQUIM SILVA
Advogado - Político

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59 MAESTRO JOÃO GUARÁ
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60 JOÃO DIAMANTINO DE OLIVEIRA
Rábula - Poeta - Escritor

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João Diamantino o mineiro baiano, que se apaixonou por Correntina e pela filha do Major Felix Joaquim de Araújo e por aqui ficou até o ultimo dia de sua vida!
O poeta “Baianeiro” e grande rábula do século passado em Correntina a quem dedicou toda sua essência oratória e jurídica e em gratidão recebera dos correntinenses todos os direitos e privilegio de cidadão “Ad aeternum", ou seja, correntinense para sempre.
Não sei por que “cargas d´água” veio a Correntina, certamente em alguma diligência ou prestação de serviços jurídicos a Major, que se tornaria seu futuro sogro. Ao chegar em Correntina seus olhos viram a bela jovem Idalina Araújo, e não teve dúvida que havia encontrado sua cara metade, o amor de sua vida.
A profissão de advogado não era muito comum no século passado, as dificuldades e custos para formar um médico ou um advogado tinha altos custos, além das faculdades estarem localizadas nos grandes centros e por esta razão, muitos jovens estudantes do direito, estudavam as leis por conta própria, esses estudantes recebiam autorização especial (provisionamento), Este profissional prestaram relevantes serviços ao Brasil Império e ao povo em geral, até que os advogados com formação acadêmica passaram a atender as demandas jurídicas no interior do pais, onde os rábulas mais atuavam. A República se valeu desses profissionais diante das faculdades de direito serem poucos e apenas nos grandes centros, sem falar no custo para se formar um advogado.
A partir de 1930, quando criada a Ordem dos Advogados do Brasil, este profissional provisionado foi perdendo o direito de advogar. A OAB passou a emitir uma licença de registro da profissão para cada profissional que formado, se submetia uma aferição de conhecimentos. - 1o. Rábula município poeta escritor e grande defensor da natureza. João Diamantino se popularizou pelo carinho que dedicava as crianças, sua luga pela presergação ecológica e tonrou-se conhecido pela expressão – Bichão de Sorte. Que ele profria quando surpreencia o larápio saqueando seu roçado e não lhe impunha castigo. (*) link resumo biografico.
FOTO OK (*) link resumo biográfico
61 JOÃO GUERRA FRANÇA BARBOSA
Locutor alto-falantes - poeta Servidor Municipal

61 JOÃO GUERRA FRANÇA BARBOSA
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Nasceu em Correntina em 23/07/1942. Filho de Zeferino de França Barbosa e de Mariana Guerra Barbosa. Estudou no Educandário São José, quando esse oferecia até o grau do Curso Científico, primeira turma de formandos do Educandário, que se instalara num velho casarão que ficava ao pé da ponte do rio; alinhado as casas das Paturis e Miguel Coimbra, cuja frente ficava para os fundos da casa de Delegado Quincas de Marcolina; o que formava uma ruela que ligava a praça da Matriz e a praça do Mercado Municipal.
62 JOELIO DE ARAÚJO RAMOS
Resumo Biblografico EM PESQUISA.
63 JOSÉ ROCHA FRANÇA
Poeta - Escritor - Servidor Publico

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- Administrador, escritor, assessor Executivo – político
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64 LINDOLFO MIRANDA
Artista do Folclore municipal

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Foi uma criatura boa de alma e coração. O Bumba Meu Boi por ele mantido entre as décadas de 50/70 foi uma dos maiores movimentos folclóricos do município. Seu último Terno do Boi saiu nos anos 2000 depois de vários anos parado; quis o destino que este Boi fosse comprado pelo Dr. Vanderlino Araújo; filho de seu único patrão, Majora Felix Joaquim Araújo.
Por mais de 20 anos Lino manteve a tradição do Terno do Boi, até que a idade já não mais lhe permitir as peripécias de rua com o Boi O valente vaqueiro já acompanhava seu terno levado num automóvel, nas últimas apresentações, como se dela se despedisse.
65 LOURIVAL CONCEIÇÃO DE MIRANDA
Vereador - Secretário Municipal 
O defensor da cultura!
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Homem de origem simples e modesta, neto do folclorista Lino do Boi, Uma família que passou de geração para geração a honroso trabalho para ganhar o pão de cada dia. O avô foi um fiel servidor na produtiva Chácara Belo Horizonte, do Major Felix, também trabalhou com os carros-de-bois, muito comuns no século passado, como meio de transporte de cargas que movimentavam a economia das cidades do interior; fazendo transporte de mercadorias dos roçados para as feiras locais; lenhas para abastecer as cozinhas das residências; materiais de construções, areia lavada, pedras, cascalhos, enfim, os carros-de-bois eram indispensáveis tantos nas roças, fazendas como nas cidades.
João de Lino, Pai de Lourival, neto de Lino, fez uma grande inovação na estrutura dos carros de Bois, não vista antes dele e já entregou ao filho Lourival não mais um carro-de-bois, porém uma moderna carroça, tracionada pela mesma dupla de bois, porém montada sobre um eixo de caminhonete com dois pneus, bem mais altos que os tradicionais carros de bois com traziam em si inúmeros inúmeros benefícios a ser considerados: Sem barulho comum aos carros de bois do atrito das rodas de madeira e do eixo girando sobre si e ainda as facilidades para manejo na condução da carga; o peso facilitado para a dupla de bois… foi de fato uma inovação
O destino levou Lourival de Miranda a Câmara Legislativa em seu primeiro mandato ocorrido em ________/-______/_____ e desde então foram 5 mandatos consecutivos, conquistado pela confiança em seu trabalho, sobre tudo sua posição voltada para a cultura do município. Entre os tantos projetos defendido no Legislativo local, Lourival, no popular Louro de João de Lino, sempre deu prioridade a projetos relevantes e de grande importância para a cultura no município. como exemplo temos:
Emancipação Valsa Correntinaem Hino oficial do municipio
A criação da Casa Municipal de Cultura Iôzinho Costa
A Regulamentação da Bandeira Municipal
A Medalha: Major Felix Joaquim Araújo
(como símbolo de grande honra por serviços prestados ao municipio.)
Esses e outros projetos de sua autoria marcam sua passagem pelo Legislativo, quando demonstrou que um homem se mede pelos seus atos e suas palavras diante de seu eleitorado. Lourival é a prova cabal de que o maior patrimônio de um homem É sua honra.
Atualmente é Secretário de agricultura do município com a responsabilidade de incentivar a agricultura familiar, tem assistidos os pequenos agricultores fornecendo insumos e principalmente água para o sustento de suas necessidades, mostrando que o seu conhecimento tácito tem sido seu diferencial.

66 LAURENTINO NEVES VIEIRA
Link Resumo Biblografico EM PESQUISA.
Uma das figura mais emblemáticas do município. Louro de Manim é folclorista, carnavalesco, humorista, ambientalista cujas raízes vem culto povo do Cerco; um lugarejo próximo da sede do município onde pulsa uma “orta cultural” ligada as tradições conservadoras das familias Vieira e Neves, que edificaram o lugarejo, onde praticamente um bairro da cidade, ao lado das 7 Ilhas.
Louro é o fundador da Casa de Louro, um memorial de antiguidades do século passado que registra utensilio do dia-a-dia das residências, botecos, na essência um pequeno museu de quinquilharias do século passado, em um diversificado ambiente com serviço de alto-falantes, programação musical, ao qual emprestou seu nome: A Casa de Louro.
Louro mantém ativo o grupo de reisados OS PARUARAS e as tradicionais cerimônias da leitura do testamento do JUDA, que ocorrem no sábado da aleluia, quando o boneco pendurado no mastro, com a corda de enforcamento sobre o pescoço, atraí o público para assistir a queima do Juda e a leitura do seu testamento que envolve notórias autoridades da cidade.
67 LAÉRCIO CORRENTINA

Resumo biográfico: https://www.qrcodememorias.com/memoriasbiografia/la%C3%A9rcio-correntina
Recebi protestos quando a indicação de Laercio Correntina entre os 100 maiores correntinenses de todos os tempos, onde se alegou que não há da parte do artista uma forte identificação com a cidade. O fato se comprova em sua biografia (link) disponível nas redes sociais, onde não há nenhuma informação afetiva que o liga a Correntina, dando a parecer que o nome Correntina atreledo a seu nome foi um acidente de percurso que não teve por um momento lucido a intensão de uma homenagem, mas que não tendo mais como corrigir, deixou estar como está.
Quanto ao reconhecimento de sua arte, um show voz & violão diz tudo sobre o grande talento artistico, sem aquela simplicidade comum aos artistas locais; certamente não foi um passarinho que criou asas em nosso ninho, mas que saindo do velho coreto da praça alçou voo para palcos pais afora, Goiania, Belo Horizonte, Rio e quem sabe São Paulo.
Coreto da Praça da Matriz
Carlos Moreira - Laércio - Welson e Claudemiro

Insistir manter seu nome, mesmo com alguns protestos e constatando que na biografia mencionada nada conste de Correntina, chegando até informar que sua naturalidade é Goiânia, para nossa surpresa, quando todos nós temos Laércio Correntina, como um peça cultural correntinense, um filho nato, o que acreditamos por tanto tempo assim ser; talvez estejamos confundido as origens paternas com a sua naturalidade o que não são coisas distintas. Obvio que o artista é filho do lendário e extraordinário casal Canô e Odeilde, que a muitos encantaram nas noites de lua, em seus duetos musicais, mostrando que Correntina também tinha sua dupla tal qual Cascatinha e a Inha.
Laércio Coimbra ou Laercio Correntina pode não ser o cantor de Correntina, mas não se pode negar que no mundo artístico da musica foi quem levou mais longe, o nome de nossa cidade, quando ser ou não ser correntinense eis a questão! A homenagem é ao cantor Laercio ou a Correntina?
.
Após receber as criticas em relação a sua indicação pude observar que em momento algum ou em entrevistas concedidas Ele aborda o tema relacionado a suas origens ou suas influências iniciais; porém reconhecemos que é um cantor da MPB com qualidades que não se vê em muitos que se sentem cantor
.
Fica a você leitor deste artigo a competência de dizer se se faz jus a concessão do título ao artista e se tem Ele algum relacionamento intimo cultural com a nossa Correntina, que talvez não seja a Correntina dele.
68 LAURO JOAQUIM DE ARAÚJO
Médico - Ex-prefeito 1a. dama

Resumo biográfico: EM PESQUISA
Dr. Lauro foi um conceituado médico que dedicou sua vida profissional ao município, um homem político visionário – que ao ser Prefeito trouxe luz elétrica para a cidade, sendo Correntina uma das primeiras cidades do oeste baiano a gerar eletricidade hidrelétrica, projeto este iniciado com custo pessoais, mais tarde assumido pelo Governo Federal.
Como médico, apoiado pela primeira dama Enoe Matos Araújo estabeleceu o dia de sábado para atendimento as comunidades carentes. Era filho do Major Felix Joaquim de Araújo, foi prefeito.
69 LEANDRO CAETANO
Poeta - Escritor - Ator - Roterista

Resumo biográfico: EM PESQUISA
Leandro Caetano é um dos grandes artistas do momento, em Correntina, atualmente o exemplo de dedicação a cultura do município, certamente isso o faria forte candidato a secretaria cultural do município, não fosse os apadrinhados despreparados para tão importante postona historia do município.
O talentoso Leandro Caetano, poeta, declamador e cantor, está explicito no sitio Casa de Võ, um significativo acervo de vídeos e documentários exclusivos, sob sua direção, que contam importantes episódios da municipalidade. Poeta Caetano é um competente roteirista e produtor de documentários culturais, que de quando em vez nos dá uma colher de chá, nas redes sociais, fazendo um solo musical de muito bom gosto em seu repertório MPB.
70 LÚCIO ALFREDO MACHADO
Escritor - Colunista - Poeta

Resumo biográfico:
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Foi um grande atalia, melhor foi um bravo guerreiro destemido, defensor da justiça, da verdade e da honra de seu povo. Lúcio foi servidor público dos Correios mas sua grande paixão era a comunicação; seus textos transitavam em meio a sociedade como candeia iluminando a escuridão, mostrando a sociedade o submundo daqueles que viviam da esperteza e da prática de atos na obscura inocência, não veem a luz da verdade sendo ofuscada pela mentira . Escreveu por décadas a Coluna do Lucinho e foi o primeiro fundador do Jornal de Correntina, com apoio de Pedro Neves, Flamarion Costa e Helenilde Guerra
71 MAGNOVALDO ALVES - VAVA
Musico - Poeta - Compositor - Servidor Público

Resumo biográfico:
Natural de Malhada – BA, de onde surgiu em 21 de maio de 1960, para ser mais um astro da música, no oeste baiano. Vavá nos revela que tudo começou em família, vendo o Pai e o irmão, músicos, exercer o ofício, debaixo do céu de Malhada. Foi um autodidata que chamou atenção do irmão, que tinha por referencial.
Quando uniu a voz ao som do violão, chamou atenção e o chamaram de Fagner baiano. Óbvio que de certa forma qualquer artista em inicio de carreira tem um seu referencial e por vezes, nos lembra o timbre de uma voz, o estilo de um cantor, mas não necessariamente seja um crunner do artistas. Alguns sim, o fazem propositadamente, querendo não apenas ser um crunner, mas um sózia do artista. Não é o caso de nosso Vavá Cunha, cantor autentico, compositor e bom músico. que sempre preferiu ser reconhecido pelo que Ele é, simplemente Vavá Cunha mostrou ser Ele, Ele mesmo, VaVa.
72 MANOEL VIEIRA
Politico ex-prefeito
Link Resumo biográfico: EM PESQUISA
73 MARIA DA CRUZ ROCHA 74 HELVÉCIO ROCHA
Professora - Escrivão - Ator

Resumo biográfico: EM PESQUISA
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Filha de Antônio Martins da Cruz e Filomena Vieira Lima Cruz, nasceu em Santa Maria da Vitória-Bahia, no dia 16 dezembro de 1917. Aos nove anos de idade foi matriculada no Colégio Salesiano Dom Bosco, Petrolina - PE, onde também estudou música com instrumental em piano e flauta transversal. Aos 15 anos de idade já era uma professora formada o que levou seus pais a tomar prividencias perante a justiça, quanto a antecipação comprovando sua capacidade civil plena para o exercício do caro.
Foi designada para assumir uma escola em Correntina, possivelmente a escola Duque de Caxias, em Correntina, antes desta nomeação, foi a Correnitna assisir uma peça teatral e lá viu o futuro esposo numa cena dramatica salvar a donzela de um incêncio, e não se contendo de emoção, levanta e grita da plateia: - Este homem é um heroi e vai ser o meu marido. É o que se comentou na ocasião e para saber mais, acesse o link abaixo
Hélvécio Rocha foi nobre cidadão da aristocracia correntinense, que se destacou no teatro e na projeção de filmes com uma máquina 16mm preto e branco, tendo Dr. Lauro como parceiro na indicação e patrocínio dos filmes que seriam exibidos no Cine Teatro em seus primeiros anos de inauguração. Época das pornochanchadas humoristicas, do cinema mudo de Charlin Chapli e da dupla Laurel & Hardy, ou o gordo e o magro e na modalidade nacionais, exibiam o velho Mnzaroppi, Grande Otelo, Zé Trindade e sua tropa.
74 MARIVALDA BARBOSA
Poetisa de Cristo - Missionária

Resumo biográfico: EM PESQUISA
75 MIRIAM DE ARAÚJO LOPES
Professora Atriz - Fundadora da APAE

Resumo biográfico:
Filha do lendário Major Felix Joaquim de Araújo, Miriam foi destaque na era dos teatros em Correntina, ao lado de grandes personalidades do teatro local. quando Miriam Lopes Araújo, intrepretou a escreva Isaura, a personagem em torno da qual ocorre toda a trama teatral.
A Escrava Isaura é um romance regionalista um do escritor mineiro Bernardo Guimarães, de caráter abolicionista, onde Isaura, uma escrava branca, é assediada incessantemente por Leôncio, seu dono por herança e proprietário de uma fazenda, cenario de toda a trama.
Iozinho Costa no início dos anos 70 descreveu o romance para o teatro, em quatro atos, cheio de emoção para esta adaptação contou com apoio de uma competente equipe, Amélia Santos, Ena Pereira e Helvécio Rocha. Foi a maior e mais famosa peça teatral já produzida no teatro correntinense, com envolvimento do maior elenco já escalado para a encenação entre tantos estavam: Alvaro de Castro - Claudionor Rocha - Canô - Clarice Santos - Claudio Oliveira - Flamarion Costa - Helenilde Guerra - João Guerra - Miriam Araújo - Nelio Galhardo - Osvaldo Barbosa - Vadú
Porém o maior papel vivido por Miriam de Araujo Lopes foi a fundação da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) em Correntina, na força e na fé, sendo combatida pelos aproveitadores políticos que na hora de ajudar somem, mas na hora de querrer as honras, aparecem pisando em que está no caminho fazendo um trablaho por amor. A APAE serve para promover a atenção integral, a defesa de direitos e a inclusão social de pessoas com deficiência intelectual e múltipla. Miriam e suas parceiras não tem medido esforços para manter a casa funcionando.
76 NEMÉSIO GALHARDO
Maestro
Resumo biográfico: EM PESQUISA
-77 ONEIDE COSTA
Cultura sacra - Freira

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78 PEDRO ALEXANDRINO M GUERRA
Farmacêutico - Ex-Prefeito

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79 RAIMUNDO AMARAL (*)
Musico - Ator - Marqueteiro

Raimundo Barata: Musico; cenógrafo, contra regra aderecistaRaimundo Barata: Musico; cenógrafo, contra regra aderecista. Raimundo é uma espécie de faz tudo que lhe for confiada a missão. Percursionista em diversos grupos musicais e da velha filarmônica, tornou-se popular como baterista do conjunto jovem OS TABAJARAS, no período da jovem Guarda, até meados dos anos 80. Raimundo não sei por quê cargas d´água tinha o apelido de ‘barata”, talvez algum medo do inseto, quando crianças pode ter sido a causa do apelido que não o incomodava.
Tinha a mesma profissão do seu Pai, carpinteiro, mas não tinha tempo para este ofício, dada a demanda de atividades que o envolvia, inclusive locutor no final da era dos auto-falantes, e membro permanente das charangas de carnaval ou de qualquer outro evento onde tivesse uma fanfarra, lá estava Raimundo Barata com sua caixa de repique ou repetição, dando o ar da graça, com o seu sorriso inconfundível .
Atualmente é garoto propaganda nos carros de sons que percorrem a cidade, anunciando propagandas comerciais, eventos e até mesmo notas de falecimentos.
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80 RAIMUNDO MARTINS COSTA
Ator - Escritor - Diretor Teatral - Servidor Federal

Link Resumo biográfico: https://fanacos.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=1649589
O Sr. Raimundo Martins da Costa, o popular Iôzinho Costa, foi um ser humano maravilhoso e criativo o maior talento artistico que Correntina aprendeu admirar, por tudo que culturalmente produzia.
Poeta, escritor autor de várias peças teatras que ele mesmo escrevia ou adaptava dos romances e da bíblia para encenar no palco do Cine Teatro e na região do oeste baiano. Era um artista a parte, um espetáculo à parte vê-lo preparar seus presépios natalinos que por unanimidade eram considerado o mais belos e visitado. Seu presépio consistir numa miniatura de cidade, com um lago onde um barquinho movido a alcool ficava a correr de um lado para o outro e aquilo encantava crianças e adultos. O caminho da manjedoura cheio de pequenos detalhes e um morro onde numa bela gruta estava o menino Deus.
A casa toda cheirava o jardim silvestre que ele buscava na velha cachoeira, sendo renovado a cada três ou quatro dias. O presépio tinha uma rede elétrica própria, com pequenos postes e luzes que a noite eram acesas, sendo outro detalhe que muito chamava atenção dos visitantes.
Era Ele um dos responsáveis pela decoração da Igreja e ruas, nos eventos e procissões religiosas. A cidade se curvava diante dos cenários idealizados por Iozinho, fosse ruas, praças ou salões de festas, peças teatrais com figurinos por costurados por ele e a dedicada esposa Laurina. A vida é paixão de Cristo era um teatro a céu aberto, cheio de emoções fortes, a exemplo as monumentais cavalhadas que representavam as guerras medievais entre Cristão e Mouros. Correntina era um palco vivo.
Nascido em 20 de setembro de 1924, nos deixou, podemos dizer prematuramente aos 67 anos de idade, exatamente no dia 01 de abril de 1991. Desde pequeno nele se manifestou o interesse pelas artes dramáticas, as decorações de ambientes festivos e a fina arte na confecção de roupas para reis e rainhas nos eventos religiosos, carnavalescos ou sociais; quando das festas típicas de nosso calendário cultural; confeccionava roupas tracionais para festas do Divino Espirito Santo, Rosário,

81 ROBERTO JOAQUIM DE ARAÚJO
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82 OSWALDO BARBOSA – Vadú
Link Resumo biográfico: EM PESQUISA
No conto Correndo atrás do Avião você terá oportunidade de conhecer este grande atos, fotografo, pintor e locutor na era dos altofalantes. veja o link. >

83 VALDERINA COIMBRA COSTA - VIVI -
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Empresaria hotelaria – assistencial - política
84 VANDERLINA ALVES - Vandinha
Link Resumo biográfico: EM PESQUISA
- Escrivã – promoter folclorista
https://www.youtube.com/watch?v=tiMQ30JKGds

85 UBALDINO & EDMUNDO ROCHA
Link Resumo biográfico: EM PESQUISA
O correntinense foi morar na capital do Goiás por volta da década de 60 e junto foi o irmão Edmundo Rocha. Ambos tornaram-se servidores público do Estado e passaram a ser referencia para as famílias ou mesmo pessoas individuais que chegavam para tentar a vida na capital. Os irmãos eram procurados por esses que deles recebiam orientações valiosas, na busca de emprego, moradia, escolas para os filhos. Edmundo logo se valendo desse público entrou para a política e se elegeu Deputado Estadual, passando a Ubaldino a incumbência de assistir os baianos migrantes e assim Ubaldino também entra para a política e se elege Vereador na Capital.
Os irmãos Edmundo e Ubaldino que morava na Vila Nova, local que tornou-se reduto habitacional desses migrantes, chegando a ser chamada pelo goiano de Vila dos Baianos o que realmente deveria ter sido, Vila Correntina de preferencia.
Não restam dúvidas que diante desses relevantes serviços prestados pelos irmãos Edmundo e Ubaldino, sejam dignos de ser considerados entre os 100 MAIORES CORRENTINENSES DE TODOS OS TEMPOS.

86 TEÓFILO PEDRO S. GUERRA (*)
Link Resumo biográfico: EM PESQUISA
O filho de Pedro Alexandrino Moreira Guerra foi criado para ser padre, pelo desejo de seus pais e aos 11 anos de idade foi encaminhado para um seminário, onde permaneceu por 5 ou 6 anos e quando na reta final para ser consagrado ministro do evangelho, declina-se e só Ele ao certo para dizer as verdadeiras razões de sua desistência.
Teófilo teve uma excelente formação no seminário em Diamantina, onde chegou a conhecer o seminarista André Frans Berenos. Desistindo do seminário optou por formar sua família e tomou por esposa Ana de Araújo Neiva, filho do lendário Major Felix Joaquim de Araújo, mais tarde entra para política e torna-se o herdeiro politico de seu Pai, chegando por duas vezes a ser eleito gestor municipal e ser referencial na liderança política do município.
Foi professor por um período e poeta por excelência, não tem grande acervo de títulos, porém se consagrou como o maior poeta do município com três grandes obras primas; o poema Correntina, Correntina, onde se destacam versos compostos por 12 sílabas poéticas (dodecassílabos), raros até mesmo em meios dos grandes poetas brasileiros, também conhecidos por versos alexandrinos. O poema é uma viagem pela Correntina do século passado, arrematada pelo poema valsa Correntina, que imortalizou o poeta com a perfeição de letra e melodia que em 2017 foi oficializada como Hino do Municipio e a terceira obra do poeta foi para dilacerar nossos corações com as lembranças do velho Educandário São José, onde apartir da geração de 50, estudamos o ginasial. Teofilo Guerra compôs o Hino do Educandário.
Disponibilizamos alguns link com mais informações do poeta, político considerado o último moicano, paladino da honra e da ética em um meio em que o homem precisa vencer a si mesmo, suas vaidades, para não se contaminar com a corrupção que hoje destrói a moral do homens públicos

87 TEONEY DE ARAÚJO GUERRA (*)
Link Resumo biográfico: EM PESQUISA
Poeta Escritor com titulos publicados – Teoney tem em si a força e a tradição da família ARAÚJO E Guerra. Não se enveredou pelo caminho da política, mas por onde passou deixou sua marca pelo trabalho jornalístico prestado. É um jornalista provisionado.
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88 Ir. ZÉLIA MAGALHÃES BRANDÃO
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89 ZOROASTRO CAMPOS DE MAGALHÃES
Link Resumo biográfico: EM PESQUISA
Advogado político que serviu de referencial aos jovens na década de 70
FOTO OK construir resumo biográfico
90 WALTER SANTOS
Link Resumo biográfico: EM PESQUISA

91 WEDEN DI SORDI DE ARAÚJO COSTA
Link Resumo biográfico: EM PESQUISA
É o filho caçula de Raimundo Marins da Costa, Iozinho, que se destaca na dramaturgia, artes plásticas, na organização dos eventos, musicais ou folclóricos. Weden di Sordi de Araújo Costa, ou simplesmente Weden.
Na pré-adolescência seus pais mudaram para Santa Maria da Vitória e lá foi ele, dividir seu coração com aquele povo, meio irmão. Em SaMaVi deu seus primeiros passos seguindo rumo aos passos do Pai. Destacou-se na organização de eventos sociais e dramatizações, iniciando ali sua trajetória artística.
Biomédico, graduando pela Universidade Federal de Goiás-UFG e retornou a Correntina, onde hoje reside e administra seu Laboratório de Análises Clinicas. Exerce no meio familiar e entre amigos, um espécie médico particular e relações públicas, por excelência, estando sempre presente nas horas precisas; é o primeiro a ser chamado aplaudir o apagar da vela, ou chorar o seu acender.
Tem diversos trabalhos prestados às sociedades correntinense e santamariense: Organização de casamentos, bailes, festas folclóricas, dramatizações e na política se revelou competente marqueteiro.
Ajudou a coordenar vitoriosas campanhas políticas. Ajudou a derrotaram o gigante filisteus; e trazer a cena, um desconhecido Davi. O que chama atenção para sua diversificada área de atual na sociedade correntinense.
É difícil crer que alguém com a presteza e carisma de Weden di Sordi, tenha malquerenças, mas, quem trabalha com política tem esses dissabores. Weden abandona as campanhas políticas, diante das decepções. Cabe lembrar que as coordenações de campanhas, em Correntina, não costumam ser remuneradas, no muito, os cabeças da organização pleiteiam cargos e também vale ressaltar que Weden, também neste aspecto, muito do velho pai.
Nunca dependeu, financeiramente dos recursos gerados pelos eventos em que trabalha, geralmente esses, tem destino para entidades filantrópicas ou mesmo gerar recursos para campanhas políticas, onde também nunca recebera benefícios através de cargos compensatórios.
Na década de 80 junto com Helenilde Guerra e Elton Barbosa, formaram o grupo NEW, para realização do grande Baile do Havaí, que abria o período de Momo. Por 14 edições consecutivas o baile atraiu foliões de toda regiões do oeste da Bahia, da Capital e dos fronteiriços; Goiás e Minas Gerais e Brasília. Foi o mais badalado baile pré carnavalesco do município, que durante esse período tinha na Prefeitura Municipal a grande parceira patrocinadora do evento. Mas foi a Prefeitura Municipal, em atitude soberba, quem acabou com o evento, criando sua própria comissão para realização do Baile Tropical, e deixando de apoiar financeiramente o grupo NEWS. O fracasso esperado confirmou-se, tanto no baile, que não passou de dois eventos, como o fim do B aile do Hawai. “Picuinhas” políticas.
Weden não é um poeta assíduo, mas é uma pessoa sentimental, o que nos mostra em seus dois poemas, dedicados a sobrinha, Dra. Poliana Moraes Costa e a amiga, Verbena, estudante de medicina, ambas falecidos, a primeira acidente cirúrgico a segunda, tragédia política.
Atualmente se dedica ao Coral de Vozes, feminino, da Igreja Matriz, em dispensado apoio a Filarmônica Heráclito Correntinense, hoje voltada para formação de jovens músicos. A convite da atual gestão municipal, envolveu-me na organização da Casa de Cultura Municipal Iôzinho Costa, inaugurada em 15 de agosto de 2017, tornando-se o seu primeiro diretor, sendo essa sua ultima atuação, ainda ativa, fora da área de sua profissão; servidor publico concursado e proprietário do Laboratório Analise.
Seu laser é ouvir boa música, os raros encontros com os raros amigos, a cervejinha de fim de semana, a namorada Isménia, a filha adorada Eugênia; as “veinhas” do Coral Católico apostólico, (vixi!!) e a promessa de um dia tocar o sax tenor que tem guardado em casa.
92 TEZINHO DO ACORDEON
Link Resumo biográfico: EM PESQUISA

A Casa Municipal da Cultura de Correntina criada em 2017, Prometo Lei No. 981/2017 liderado pelo vereador Lourival Miranda, coordenado por José Rocha França e Weden di Sorti, tinha por objetivo principal cuidas da preservação cultural do municipal, visando prestigiar os principais valores culturais sociais, artísticos e políticos do municio, através de sua obra escrita, falada, cantada… seja ela concreta ou abstrata. Porém a Casa não durou nem mesmo uma década e em 2025 sob uma administração esdruxula , teve iinício o processo de sua desconfiguração física e organizacional; seu espaço foi invadido por outros intereses da nova gestão, enquanto a Casa da Cultura Iôzinho Costa era empurrada para um canto nos fundos da casa, em cuja fachada estampa o seu nome, O projeto perde as prioridades e a devida atenção do gestão municipal do momento.
O que mais faz um homem digno de ser reconhecido em uma sociedade é seu nome nela escrito pelos atos que transcende as palavras; é sua simplicidade de ser que o faz digno de todo o reconhecimento dada as proporções de suas atividades no contexto que o projeta e justifica; fora disso é querer no oportunismo do aproveitador, querer fabricar heróis. E quem mesmo foi Iôzinho? Vejamos: o dramaturgia, o músico, o cantor, o cartola, o declamador de versos, o artista da alta costura e cenário de suas dramatizações artista. Fundou as três agrandes agremiações esportivas; a Sociedade Esportiva do Palmeira, Cruzeiro Esporte Clube e o Castro Alves Esporte Clube (Samavi) além de ser referência em todos os segmentos culturais que se registram além do municipal.
Seu filho
Flamarion Antonio